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Fed sinaliza que vai reduzir estímulos monetários nos EUA

O Fed manteve a taxa básica de juros abaixo de 0,25% desde dezembro de 2008, e no outono iniciou o programa de compras mensais de bônus e títulos

Washington - Quase todos os membros do Comitê do Mercado Aberto do Federal Reserve (Fed, banco central americano) apoiaram a posição do presidente da instituição, Ben Bernanke, de diminuir o estímulo monetário, antes do fim de ano, se as condições econômicas continuarem melhorando, indicam as atas divulgadas da última reunião nesta quarta-feira.

O Comitê, que dirige a política monetária dos Estados Unidos, terminou sua reunião de 31 de julho mantendo o programa pelo qual a Reserva adquire a cada mês US$ 85 bilhões em bônus do Tesouro e títulos hipotecários.

A expectativa pelo conteúdo das atas tinha mantido em baixa os mercados financeiros dos Estados Unidos, pelo temor dos investidores de qualquer passo que indique o fim de uma política monetária extraordinariamente generosa.

O Fed manteve a taxa básica de juros abaixo de 0,25% desde dezembro de 2008, e no outono iniciou o programa de compras mensais de bônus e títulos.

As atas da reunião mostram que os funcionários não indicaram se a diminuição no plano de estímulo deveria acontecer em setembro, outubro ou dezembro, quando o Comitê terá suas próximas reuniões deste ano.

As atas mostram que havia uma maioria propícia a iniciar a retirada do estímulo em setembro, e 'poucos dos membros do Comitê argumentaram que em breve poderia ser conveniente diminuir' o ritmo de compras.

Os membros do Comitê discutiram a possibilidade de acrescentar no comunicado algumas frases sobre a continuidade ou diminuição do estímulo, mas, como em sessões anteriores decidiram não fazê-lo por temer uma reação exagerada dos mercados.

'Quase todos os membros do comitê concordaram que uma mudança no programa de compras não era ainda apropriada', apontam as atas.

'Poucos membros enfatizaram a importância de ser pacientes e de avaliar a informação adicional sobre a economia antes que se decida qualquer mudança no ritmo de compras de ativos', acrescentam as atas. 

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