Economia

Faturamento do varejo deve crescer 6,9% em agosto

Levantamento foi realizado com base em informações dos executivos das redes do setor, divulgado pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo

O IDV representa 35 das principais redes varejistas dos segmentos de alimentos, eletrodomésticos, móveis, utilidades domésticas, produtos de higiene, entre outros (Creative Commons)

O IDV representa 35 das principais redes varejistas dos segmentos de alimentos, eletrodomésticos, móveis, utilidades domésticas, produtos de higiene, entre outros (Creative Commons)

DR

Da Redação

Publicado em 25 de agosto de 2011 às 13h26.

São Paulo - O faturamento real, descontada a inflação, das principais varejistas brasileiras em agosto deve subir 6,9% em comparação ao mesmo mês do ano passado, segundo o Índice Antecedente de Vendas (IAV) divulgado hoje pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV). O levantamento, realizado com base em informações dos executivos das redes, aponta para um projeção de alta das vendas de 6,5% em setembro e de 6,8% em outubro, ambos em relação aos mesmos meses de 2010.

Por segmentos do varejo, o IAV estima aumento das vendas para os próximos meses entre 4% e 5% de bens não-duráveis ante igual período do ano passado. Já para bens semiduráveis as projeções das redes são de expansão nas vendas entre 7% e 11%, enquanto para bens duráveis o faturamento deve subir a taxas próximas a 10% até outubro. Segundo o instituto, "deve haver a consolidação de um cenário positivo pelos próximos três meses".

O IDV representa 35 das principais redes varejistas dos segmentos de alimentos, eletrodomésticos, móveis, utilidades domésticas, produtos de higiene e limpeza, cosméticos, material de construção, medicamentos, vestuário e calçados. Entre os associados estão Pão de Açúcar, Walmart, Magazine Luiza, Lojas Renner, Riachuelo, C&A, Pernambucanas, Livraria Cultura, Drogasil, Droga Raia e Leroy Merlin.

Acompanhe tudo sobre:ComércioVarejoDesenvolvimento econômicoCrescimento econômico

Mais de Economia

Faltam trabalhadores ou sobram vagas? O que explica o paradoxo do emprego no Brasil

Faturamento na indústria cresce, mas emprego cai pelo 3º mês seguido

Fico feliz de ser lembrado pela taxação de bets e offshores, diz Haddad

Boletim Focus: mercado reduz projeção da inflação para 2026