Economia

Dilma anunciará presidentes de bancos públicos em 2015

"Os presidentes dos bancos serão anunciados assim que os ministros tomarem posse comigo", disse a presidente


	Dilma: "é fundamental que não seja só uma missão dos bancos público o empréstimo de longo prazo", disse
 (Roberto Stuckert Filho/Agência Brasil)

Dilma: "é fundamental que não seja só uma missão dos bancos público o empréstimo de longo prazo", disse (Roberto Stuckert Filho/Agência Brasil)

DR

Da Redação

Publicado em 22 de dezembro de 2014 às 13h15.

Brasília - A menos de duas semanas da sua posse para o segundo mandato a presidente Dilma Rousseff afirmou que terá seu novo ministério nomeado até o dia 29 deste mês, mas os presidentes dos bancos públicos - Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) - serão deixados para o início do próximo ano.

"Os presidentes dos bancos serão anunciados assim que os ministros tomarem posse comigo. Assim que eles tomarem posse começa todo o segundo escalão", afirmou a presidente durante café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto.

Dilma também defendeu o aumento da participação dos bancos privados nos financiamentos de longo prazo. Sob rumores de que a União terá que reduzir os recursos disponíveis para financiamento, a presidente afirmou que a participação das instituições privadas é essencial.

"É fundamental que não seja só uma missão dos bancos público o empréstimo de longo prazo. Temos de ter uma presença no financiamento nos bancos públicos e dos privados", disse. "Queremos que cada vez mais os bancos privados participem. Eu acho importantíssimo os bancos privados participarem. Fica muito difícil só o setor público".

Acompanhe tudo sobre:EmpresasDilma RousseffPersonalidadesPolíticosPolíticos brasileirosPT – Partido dos TrabalhadoresPolítica no BrasilGoverno DilmaEmpresas abertasEmpresas brasileirasBancosBB – Banco do BrasilBNDESCaixa

Mais de Economia

Focus eleva projeção do IPCA de 4,92% para 5,04% em 2026

Governo anuncia bloqueio adicional de R$ 22,1 bilhões em gastos no Orçamento

Arrecadação bate recorde em abril e supera R$ 1 trilhão no acumulado do ano

Desenrola 2.0 renegociou R$ 10 bilhões em dívidas, diz Durigan