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Criação de empresas é recorde em abril, diz Serasa Experian

Foram criados 163.023 novos empreendimentos, um alta de 7,9% na comparação com o mês anterior

Papelada: de janeiro a abril de 2014, a criação de novos negócios no país foi de 632.547 (Stock Exchange)
DR

Da Redação

Publicado em 28 de maio de 2014 às 11h52.

São Paulo - O Indicador de Nascimento de Empresas, apurado pela Serasa Experian , apontou que em abril foram criados 163.023 novos empreendimentos. O resultado representa um alta de 7,9% na comparação com o mês anterior e é recorde para abril desde o início da série histórica, em 2010.

A diferença na margem é explicada pela celebração do carnaval em março deste ano, o que diminuiu o ritmo de criação de empresas no mês, segundo a entidade.

Segundo o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, além do fator calendário do carnaval, o aumento se deve também ao movimento de crescente formalização da economia, com novos Microempreendedores Individuais (MEIs).

Esse movimento, diz, é contrário ao que ocorre com outros tipos jurídicos, como cias limitadas e empresas individuais, em que o número de novas aberturas está em queda dado o mau momento da economia.

De janeiro a abril de 2014, a criação de novos negócios no País foi de 632.547, alta de 6,9% ante o primeiro quadrimestre do ano passado e também é o valor mais alto registrado nos cinco anos da pesquisa.

Na análise por tipo de empreendimento, os microempreendedores individuais foram os que registraram o maior crescimento (10,4%) em relação a março, com a criação de 118.584 empresas em abril.

Em segundo lugar aparecem as sociedades limitadas, com alta de 2,4%. Já as empresas individuais foram as que apresentaram o menor avanço, de 0,4%.

Entre os setores, o destaque continua sendo o de serviços, que responde pela maior fatia de novas empresas criadas. No acumulado de janeiro a abril, a participação do segmento avançou de 53,3%, em 2010, para 59,0%, em 2014.

O comércio apresenta uma trajetória contrária, com declínio de 35,2% para 31,1% no mesmo período. Já o ritmo de criação de empresas na indústria permanece estável desde 2010 e atingiu 8,4% no primeiro quadrimestre de 2014.

Na abordagem por regiões, o Sudeste registrou o maior número de empresas abertas entre janeiro e abril deste ano (50,3% do total), seguido pelo Nordeste (18,3%), Sul (16,2%), Centro-Oeste (9,7%) e Norte (5,5%).

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A diferença na margem é explicada pela celebração do carnaval em março deste ano, o que diminuiu o ritmo de criação de empresas no mês, segundo a entidade.

Segundo o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, além do fator calendário do carnaval, o aumento se deve também ao movimento de crescente formalização da economia, com novos Microempreendedores Individuais (MEIs).

Esse movimento, diz, é contrário ao que ocorre com outros tipos jurídicos, como cias limitadas e empresas individuais, em que o número de novas aberturas está em queda dado o mau momento da economia.

De janeiro a abril de 2014, a criação de novos negócios no País foi de 632.547, alta de 6,9% ante o primeiro quadrimestre do ano passado e também é o valor mais alto registrado nos cinco anos da pesquisa.

Na análise por tipo de empreendimento, os microempreendedores individuais foram os que registraram o maior crescimento (10,4%) em relação a março, com a criação de 118.584 empresas em abril.

Em segundo lugar aparecem as sociedades limitadas, com alta de 2,4%. Já as empresas individuais foram as que apresentaram o menor avanço, de 0,4%.

Entre os setores, o destaque continua sendo o de serviços, que responde pela maior fatia de novas empresas criadas. No acumulado de janeiro a abril, a participação do segmento avançou de 53,3%, em 2010, para 59,0%, em 2014.

O comércio apresenta uma trajetória contrária, com declínio de 35,2% para 31,1% no mesmo período. Já o ritmo de criação de empresas na indústria permanece estável desde 2010 e atingiu 8,4% no primeiro quadrimestre de 2014.

Na abordagem por regiões, o Sudeste registrou o maior número de empresas abertas entre janeiro e abril deste ano (50,3% do total), seguido pelo Nordeste (18,3%), Sul (16,2%), Centro-Oeste (9,7%) e Norte (5,5%).

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