Economia

CMN mantém juros de financiamentos do BNDES em 7,5% ao ano

O Conselho Monetário Nacional manteve pelo terceiro trimestre consecutivo a Taxa de Juros de Longo Prazo, que permanece no maior nível em quase dez anos


	BNDES: o Conselho Monetário Nacional manteve pelo terceiro trimestre consecutivo a Taxa de Juros de Longo Prazo, que permanece no maior nível em quase dez anos
 (.)

BNDES: o Conselho Monetário Nacional manteve pelo terceiro trimestre consecutivo a Taxa de Juros de Longo Prazo, que permanece no maior nível em quase dez anos (.)

DR

Da Redação

Publicado em 29 de setembro de 2016 às 18h48.

Priorizar nos meus resultados Google
As empresas que contraírem empréstimos e financiamentos no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (<a href="https://exame.com.br/topicos/bndes"><strong>BNDES</strong></a>) continuarão a pagar 7,5% ao ano. </p>

O Conselho Monetário Nacional (CMN) manteve pelo terceiro trimestre consecutivo a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), que permanece no maior nível em quase dez anos.

A cada três meses, o CMN fixa a taxa para o trimestre seguinte. O conselho é formado pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, pelo presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, e pelo ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira.

O reajuste da TJLP diminui as pressões sobre o Tesouro Nacional, que gastará menos para cobrir a diferença entre a taxa subsidiada e os juros de mercado.

Em janeiro de 2013, a taxa tinha sido reduzida para o menor nível da história, em 5% ao ano, como medida de estímulo à economia. A taxa aumentou para 5,5% ao ano em janeiro de 2015, 6% em abril, 6,5% em julho, 7% em outubro e 7,5% em janeiro deste ano.

Criada em 1994, a taxa é definida como o custo básico dos financiamentos concedidos ao setor produtivo pelo BNDES.

De acordo com o Ministério da Fazenda, o valor da TJLP leva em conta dois fatores: centro da meta de inflação, atualmente em 4,5%, mais o Risco Brasil, indicador que mede a diferença entre os juros dos títulos brasileiros no exterior e os papéis do Tesouro norte-americano, considerados o investimento mais seguro do mundo.

Acompanhe tudo sobre:BNDESEmpréstimosJurosCMN

Mais de Economia

Split payment adiado não é split payment esquecido: o que muda no caixa e nos sistemas das empresas

Governo lança novo Desenrola MEI e prorroga programas para renegociar dívidas; entenda como funciona

Desemprego cai a 5,3% no trimestre até agosto, com recorde de ocupação

Reforma tributária: lei feita para segurar benefícios ganhou exceção antes de completar um ano