Chávez anuncia que assinará vários acordos com Lula no Brasil

Segundo ele, será assinado acordo para construir no noroeste venezuelano "uma unidade de polipropileno" com a participação da Braskem

Caracas - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou hoje que nesta quarta-feira assinará com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva novos convênios em áreas como a petroquímica e a alimentícia, dentro da visita que fará ao Brasil.

"Iremos esta noite ao Brasil", disse Chávez à televisão estatal. A visita do presidente venezuelano está inserida na série de encontros trimestrais que vem tendo com Lula. "Temos um conjunto de novos convênios" para assinar, entre eles "energéticos, petroquímicos, de obras públicas, financeiros", afirmou.

Segundo ele, no setor petroquímico será assinado um acordo para construir, na península de Paraguaná, no noroeste venezuelano, "uma unidade de polipropileno" com a participação da Braskem.

Também, ainda de acordo com Chávez, será ratificado um termo de compromisso para que a Venezuela venda à Braskem 750 mil barris mensais de nafta, além de um memorando para que a estatal venezuelana PDVSA compre da empresa brasileira produtos químicos.

Amanhã também serão assinados acordos agropecuários na área de criação de gado, leiteira e do cultivo e manejo da soja, disse Chávez. Chávez lembrou ainda que está previsto que os Governos venezuelano e brasileiro concretizem convênios nos campos automotivo, turístico, técnico-financeira, urbanístico e de cooperação fronteiriça.

"Além disso, vamos conversar sobre outros temas, como geopolítica e as ameaças", declarou o presidente da Venezuela. Sobre a agenda, Chávez disse que certamente se reunirá amanhã com a pré-candidata do PT à Presidência, a ex-ministra Dilma Rousseff, chamada por ele de "amiga".

"Quando funcionam adequadamente, (os computadores) são ótimos. Mas quando algo sai errado, imediatamente entramos em pânico. Isto é o que chamo de Síndrome do Estresse Computacional", afirmou.

O estudo reforçou a importância de tornar a experiência homem-máquina menos angustiante, afirmou a porta-voz do comitê, Liz Miller.

"Achamos que já é tempo de que muitas destas grandes empresas de tecnologia realmente comecem a dar atenção ao que causa estresse e sofrimento ao consumidor para melhorar esta experiência", disse Miller à AFP.

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