Economia

Câmara vota destaques à MP da Liberdade Econômica

Parlamentares terão de analisar 14 emendas com propostas de alterações ao texto-base da medida provisória aprovado na segunda (13) em plenário

Câmara: deputados votarão destaques da MP da Liberdade Econômica (Luis Macedo/Agência Câmara)

Câmara: deputados votarão destaques da MP da Liberdade Econômica (Luis Macedo/Agência Câmara)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 14 de agosto de 2019 às 17h57.

Priorizar nos meus resultados Google

A Câmara iniciou, na tarde desta quarta-feira, 14, a ordem do dia da sessão que vai analisar os pedidos de novas alterações à Medida Provisória da Liberdade Econômica (881). Ontem, os deputados aprovaram o texto-base da matéria por 345 votos a favor e 76 contrários. Antes disso, os deputados vão votar a urgência do projeto sobre armas.

Os parlamentares terão de analisar 14 destaques, que são as propostas de alterações, número de medidas registradas pelo site da Câmara até esse momento. Apesar disso, como há destaques semelhantes, alguns devem ser prejudicados e a expectativa é de que sejam 11 votações.

O primeiro destaque na fila é um do bloco PP, MDB e PTB, que facilita o financiamento e abertura de linhas de créditos para empresas de pequeno porte, principalmente starups. Esse é um dos poucos pedidos que têm chance de ser aprovado hoje, embora, não haja acordo entre os parlamentares para nenhuma das medidas na fila.

Na sequência, está um pedido do Novo. O partido de Marcel Van Hattem (RS) quer incluir de volta à MP artigos aprovados na Comissão Especial que estabelecem que a pessoa jurídica não se confunde com seus sócios, de forma a proteger o patrimônio das pessoas físicas em caso de falência, por exemplo.

Acompanhe tudo sobre:economia-brasileiraCâmara dos DeputadosBurocracia

Mais de Economia

Com reforma tributária, PMEs vão operacionalizar cashback – só não se sabe como

‘Não vai funcionar aumentar carga tributária, é preciso controlar gasto’, diz Mansueto

Reforma Tributária muda prazo do Simples Nacional: empresas têm até setembro para aderir

Bancários fazem paralisação: como fica o pagamento de contas e de salários?