Economia

Brasil e EUA buscam alternativa a retaliações comerciais

Brasília - Terminou no final deste manhã a primeira rodada de negociações entre o Brasil e os Estados Unidos na busca de uma alternativa às retaliações comerciais impostas pelo Brasil, em resposta aos subsídios concedidos a produtores e exportadores americanos de algodão. A delegação americana, comandada pela vice-representante de Comércio da Casa Branca, Miriam Shapiro, […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h45.

Brasília - Terminou no final deste manhã a primeira rodada de negociações entre o Brasil e os Estados Unidos na busca de uma alternativa às retaliações comerciais impostas pelo Brasil, em resposta aos subsídios concedidos a produtores e exportadores americanos de algodão. A delegação americana, comandada pela vice-representante de Comércio da Casa Branca, Miriam Shapiro, encontrou-se no Itamaraty com o secretário das Relações Exteriores, Antônio Patriota, e com representantes dos ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, da Agricultura e da Casa Civil.

Representantes de ambos os lados recusaram-se a confirmar se os Estados Unidos haviam apresentado uma oferta ao governo brasileiro e limitaram-se em dizer que vão continuar a trabalhar nesta tarde "em um diálogo construtivo". A segunda rodada da negociação deve começar às 15 horas.

Se não houver um consenso, no próximo dia 7, o governo brasileiro automaticamente inicia as retaliações sobre 102 produtos americanos, que sofrerão acrescimento de 100% na alíquota do Imposto de Importação. Uma segunda etapa da retaliação virá na forma de suspensão de direitos de propriedade intelectual.

Acompanhe tudo sobre:ComércioPaíses ricosAmérica LatinaEstados Unidos (EUA)Dados de BrasilComércio exterior

Mais de Economia

Exportações brasileiras avançam 11,8% em 2026; superávit cresce 39,2%

Remédio em São Paulo pode ter variação de até 2.400% no preço, aponta Procon

Reforma tributária: 66% das notas fiscais têm falhas que podem comprometer créditos, diz estudo

Focus: mercado reduz projeção de IPCA para 2026