Economia

Bolsonaro: Se nada for votado, quebraremos a Previdência no máximo em 2022

Presidente concedeu entrevista ao Brasil Urgente, da Rede Band

Bolsonaro: presidente disse que o "sacrifício" na reforma previdenciária virá mais dos servidores públicos (Adriano Machado/Reuters)

Bolsonaro: presidente disse que o "sacrifício" na reforma previdenciária virá mais dos servidores públicos (Adriano Machado/Reuters)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 30 de abril de 2019 às 20h36.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira, 30, que se "nada for votado, nós quebraremos a Previdência, no máximo, em 2022". Bolsonaro afirmou ao programa Brasil Urgente, da Rede Band, que, ao aprovar a reforma da Previdência, "vai sobrar dinheiro para investimento". "Não temos outra alternativa", afirmou.

Ele disse que, nas viagens que fez como presidente, recebeu sinalizações de outros países de que, se a reforma previdenciária passar, será um "sinalizador" de que o governo do Brasil faz "o dever de casa, tem responsabilidade e respeita contratos".

"Acreditamos na Câmara, no Senado e na população, que não se deixa enganar com fake news, dizendo que a reforma vai trazer caos e sofrimento", acentuou. Bolsonaro acrescentou que no Brasil os mais pobres já se aposentam com mais de 60 anos de idade e que o "sacrifício" na reforma previdenciária virá mais dos servidores públicos.

Acompanhe tudo sobre:Jair BolsonaroGoverno Bolsonaro

Mais de Economia

BC mantém espaço para novo corte da Selic após eleições, dizem economistas

Com Selic a 13,75% ao ano, Brasil segue com o maior juro real do mundo

BC corta a Selic pela 5ª vez seguida e taxa de juros no Brasil cai para 13,75%

Prévia do PIB: IBC-Br cai 0,2% em julho com recuo do agro