Economia

Argentina oficializa redução de imposto sobre exportação da soja

O novo rebaixamento começará a ser aplicado em janeiro de 2018, quando começará a diminuir à razão de 0,5 pontos percentuais por mês, até 2019

Soja: em dezembro de 2015, o presidente da Argentina, Mauricio Macri, já havia diminuído o imposto à exportação de soja de 35% a 30% (./Divulgação)

Soja: em dezembro de 2015, o presidente da Argentina, Mauricio Macri, já havia diminuído o imposto à exportação de soja de 35% a 30% (./Divulgação)

E

EFE

Publicado em 2 de janeiro de 2017 às 17h38.

Buenos Aires - A Argentina, um dos maiores produtores e exportadores mundiais de soja, oficializou nesta segunda-feira uma medida que reduzirá a partir de 2018, de modo gradual, a taxa que aplica às vendas ao exterior desta oleaginosa.

A medida tinha sido anunciada em outubro, mas apenas hoje foi publicada no Diário Oficial a resolução do Ministério de Agroindústria que determina o rebaixamento impositivo.

Em dezembro de 2015, o presidente da Argentina, Mauricio Macri, já havia diminuído o imposto à exportação de soja de 35% a 30%, uma medida que era reivindicada pelos produtores agropecuários.

O novo rebaixamento começará a ser aplicado em janeiro de 2018, quando começará a diminuir à razão de 0,5 pontos percentuais por mês, até dezembro de 2019, quando a alíquota chegará a 18%.

"A medida reafirma o compromisso do governo nacional de eliminar os impedimentos e restrições ao desenvolvimento do setor", afirmou hoje o ministro da Agroindústria argentino, Ricardo Buryaile, em comunicado.

A redução gradual também será aplicada aos produtos derivados da soja, cuja taxa de exportação chegará a 15% até dezembro de 2019.

Acompanhe tudo sobre:ExportaçõesArgentinaSoja

Mais de Economia

Novo Desenrola: renegociação de dívidas com uso do FGTS começará em 25 de maio

Produção industrial cresce 0,1% em março e avança em 11 de 15 locais pesquisados

Varejo cresce 0,5% em março e tem alta de 4% na comparação anual, diz IBGE

Fim da taxa das blusinhas é um retrocesso e afetará as micro e pequenas empresas, diz CNI