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Os conflitos no Oriente Médio podem refletir de maneira negativa na economia mundial e na brasileira. Os países árabes ameaçam cortar o fornecimento de petróleo (o barril bateu recorde de preço e chegou a US$27,66 em Londres, ontem) e é quase inevitável que o preço da gasolina, no mercado brasileiro, suba. O Brasil não é […]

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Da Redação

Publicado em 9 de outubro de 2008 às 11h13.

Os conflitos no Oriente Médio podem refletir de maneira negativa na economia mundial e na brasileira. Os países árabes ameaçam cortar o fornecimento de petróleo (o barril bateu recorde de preço e chegou a US$27,66 em Londres, ontem) e é quase inevitável que o preço da gasolina, no mercado brasileiro, suba.

O Brasil não é um grande importador de petróleo -- compra do mercado internacional 30% do que consome --, mas em tempos de economia globalizada, todo cuidado é pouco. Se o preço internacional sobe, é provável que o nacional o acompanhe e, por conseqüência, ameace as metas de inflação propostas pelo governo.

Armínio Fraga, presidente do Banco Central, disse ontem, em Brasília, que a meta de 3,5% para 2002 será mantida, apesar de acreditar que a instabilidade do mercado de petróleo poderá ter impacto relevante na inflação. Tudo indica que o BC usará a política de juros para conter eventuais altas do índice, o que significa que a pretendida queda da taxa de juros básica (Selic) está comprometida.

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