Ciência

Ressonância magnética pode "fotografar" inteligência

Nova tecnologia ajudará no combate à depressão e ao autismo

Ressonância magnética: é possível "fotografar" a inteligência no exame (utah778/Thinkstock)

Ressonância magnética: é possível "fotografar" a inteligência no exame (utah778/Thinkstock)

Victor Caputo

Victor Caputo

Publicado em 17 de fevereiro de 2018 às 07h00.

Última atualização em 17 de fevereiro de 2018 às 07h00.

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Com as novas ressonâncias magnéticas, é possível "fotografar" a inteligência de uma pessoa. É o que diz uma pesquisa realizada pela Faculdade de Medicina da Universidade de Nova York, publicada no jornal Plos One.

O estudo foi baseado em uma tecnologia que mediu a entropia no cérebro dos pacientes, ou seja, a capacidade dos circuitos nervosos de interpretarem o mundo e o ambiente.

Isso porque, segundo os estudiosos, essa tecnologia é um fator fundamental para entender as informações sensoriais que chegam ao cérebro. 892 pacientes, entre homens e mulheres, passaram por análises e embasaram os resultados.

"Nosso estudo oferece a primeira evidência concreta de que as ressonâncias magnéticas funcionais da entropia cerebral são um novo meio de compreensão da inteligência humana", afirmou Glenn Saxe, professora de psiquiatria infantil e adolescente da Escola Nyu de Medicina, em Nova York.

Saxe ainda revela que, se outros estudos se mostrarem efetivos, exames cerebrais irão ajudar médicos a avaliar problemas de função cerebral em pessoas com depressão, transtorno de estresse pós-traumático e também autismo.

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