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O que não fazer em viagens de cruzeiro, segundo ex-funcionária

Tamy Barr afirma não valer a pena pagar a mais por refeições caras ou pacotes de bebidas alcoólicas, por exemplo

Barr trabalhou em cruzeiros por três anos (Disney/Divulgação)

Barr trabalhou em cruzeiros por três anos (Disney/Divulgação)

Publicado em 24 de abril de 2024 às 06h50.

Tamy Barr foi funcionária de um navio de cruzeiro por três anos. Agora, ela apenas viaja como passageira. De acordo com Barr, há seis coisas que ela jamais faria em um cruzeiro.

A primeira delas é pagar por upgrades nas refeições. Segundo Tamy, o certo seria que o passeio incluísse o preço da comida no total a ser pago. Assim, ela não acha que vale a pena desembolsar a mais para comer um bife ou uma lagosta, por exemplo.

Em segundo lugar, está pagar por pacotes de bebidas alcoólicas. De acordo com ela, o custo simplesmente não faz sentido -- especialmente em se tratando de viagens com muitas paradas, o que faz com que se passe menos tempo dentro do navio.

Barr também aconselha a não tocar superfícies compartilhadas com os dedos. Para ela, é muito mais seguro apertar o botão do elevador, por exemplo, com o cotovelo. Ela afirma não fazer sentido correr o risco de contrair alguma doença, ainda que alguns navios contem com serviços de limpeza eficientes.

A quarta dica é não andar com a chave do quarto em volta do pescoço. De acordo com ela, em terra firme, esse tipo de comportamento pode acender um sinal para ladrões e outros criminosos. Dessa forma, é melhor guardar o cartão com cuidado.

Por fim, ela aconselha a não fazer planos demais para os dias em que o navio atraca em algum porto. Segundo Barr, não é bom ter a chance de perder o horário e, consequentemente, não embarcar. Assim, é recomendável se planejar para retornar ao cruzeiro com tempo de sobra.

Com informações do Business Insider.

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