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Dilacerado pela Lava-Jato, Peru organiza Pan abaixo do orçamento

O evento terá 7.000 atletas de 39 modalidades e 41 países e acontece na capital, Lima. Cerimônia de abertura será às 20h30 desta sexta-feira
Pan-Americano: Peru vai gastar 4,8 bilhões de reais com o evento (Reuters/Sergio Moraes)
Pan-Americano: Peru vai gastar 4,8 bilhões de reais com o evento (Reuters/Sergio Moraes)
Por Redação ExamePublicado em 26/07/2019 07:06 | Última atualização em 26/07/2019 09:47Tempo de Leitura: 2 min de leitura

Um país dilacerado pela operação operação Lava-Jato e por escândalos de corrupção recebe um grande evento esportivo cercado de incertezas e suspeitas. Desta vez, não estamos falando do Brasil da Copa do Mundo ou das Olimpíadas, mas do vizinho Peru, que às 20h30 desta sexta-feira celebra a cerimônia de abertura dos Jogos Pan-Americanos.

O evento terá 7.000 atletas de 39 modalidades e 41 países e acontece na capital, Lima. Até 2017, corria o risco de não acontecer por uma série de atrasos que levaram o Congresso a discutir um projeto de lei de cancelamento dos jogos. O comitê organizador chegou a fechar um acordo de supervisão dos contratos com o governo britânico, para evitar suspeitas de corrupção.

Os organizadores decidiram, dois anos atrás, mudar os projetos de estruturas como a da vila dos atletas e do estádio para economizar 88 milhões de dólares em custos. No fim das contas, o Peru vai gastar 4,8 bilhões de reais com o evento, menos que os 5,2 bilhões previstos.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, uma série de arenas e locais de competição ainda estavam recebendo retoques esta semana. A expectativa da população e da imprensa peruana é que os Jogos ajudem a unir um país clivado pelos sucessivos casos de corrupção dos últimos anos — exatamente como se via por aqui. O Peru teve os últimos quatro presidentes investigados por relações com a empreiteira brasileira Odebrecht, que afirmou ter pago 29 milhões de dólares em propina no país entre 2005 e 2014.

Um deles, Alan García, se matou quando policiais chegaram à sua residência. O atual presidente, Martín Vizcarra, que assumiu em 2018 após renúncia do titular da chapa, Pedro Pablo Kuczynsnki. Desde então, tenta impor uma reforma política para revisar foro privilegiado e financiamentos de partidos. Após o vice-campeonato na Copa América de Futebol, em derrota para o Brasil, os peruanos esperam novo feito esportivo no evento em casa. Mesmo com o baixo nível geral da competição, não vai ser fácil. O evento vai até o dia 11 de agosto.