Redação Exame
Publicado em 29 de janeiro de 2026 às 13h56.
Aos 23 anos, Jacob Palmer comanda seu próprio negócio de instalações elétricas, registra lucro anual de US$ 175 mil e traça metas para ultrapassar os US$ 250 mil ainda este ano. Ele não tem diploma universitário, nem dívidas.
Formado no ensino médio com histórico exemplar, Palmer seguiu o caminho mais comum entre jovens com bom desempenho: ingressar na faculdade. Mas a pandemia interrompeu essa trajetória. Com aulas online e pouca interação real, a experiência acadêmica deixou de fazer sentido para ele.
Foi então que decidiu experimentar o mercado de trabalho diretamente, e o que começou com serviços básicos em uma empresa de construção evoluiu rapidamente para uma carreira estruturada, financeiramente sólida e 100% autônoma. As informações foram retiradas da Fortune.
O primeiro passo foi começar como aprendiz em tempo integral, ganhando US$ 15 por hora. A formação aconteceu, não na sala de aula, mas no canteiro de obras, acumulando horas práticas até conquistar, em janeiro de 2024, a licença profissional como eletricista. Um mês depois, fundou sua empresa: Palmer Electrical.
No primeiro ano, já teve receita próxima de US$ 90 mil. Em 2025, o número quase dobrou: US$ 175 mil. Agora, o objetivo é chegar a US$ 250 mil em 2026. Com operação enxuta “um homem e um caminhão”, como ele mesmo define, o jovem controla todos os aspectos do negócio, do atendimento à execução dos serviços, e conquista novos clientes por indicação direta, o que elimina custos de marketing e otimiza o lucro.
Palmer faz parte de uma nova leva de jovens da Geração Z que enxergam a qualificação técnica como um investimento de retorno mais rápido, mais barato e menos arriscado do que o tradicional caminho da universidade.
A independência financeira de Palmer não vem apenas da receita. Ela também é fruto da ausência de passivos. Enquanto seus colegas de ensino médio acumulam dívidas estudantis, ele segue com zero dívida, reinvestindo no próprio negócio e aumentando patrimônio com decisões pragmáticas.
A aquisição de ferramentas, a construção da base de clientes e o foco em qualificação técnica compõem seu portfólio de investimentos. Ele não vê problema em trabalhar muito, mas faz questão de que esse esforço gere retorno tangível. “Se eu paro, os cheques param de chegar”, disse.
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Por isso, mantém o ritmo, mas com inteligência financeira: investe em ativos como equipamentos e, mais recentemente, branding pessoal em plataformas como YouTube, o que já gera receita adicional mensal de US$ 1.300.
A história de Palmer ilustra uma movimentação relevante nas finanças corporativas: o surgimento de empreendedores que bypassam o ensino superior e constroem negócios rentáveis a partir de habilidades técnicas. O modelo de formação por meio de cursos profissionalizantes e licenças especializadas oferece alto retorno financeiro com baixo investimento inicial.
Segundo dados do U.S. Bureau of Labor Statistics, a demanda por eletricistas deve crescer 11% até 2033, bem acima da média de 4% para todas as ocupações. O setor técnico, impulsionado por obras de data centers e infraestrutura energética, vive um boom, e está escancarando oportunidades para jovens que desejam empreender sem seguir a rota universitária.
Jacob Palmer não é exceção isolada. Ele representa uma geração que está tratando a carreira como gestão de ativos, onde tempo, conhecimento técnico e reputação são capital a ser investido com estratégia.
Não é raro ouvir histórias de empresas que faliram por erros de gestão financeira. Das pequenas startups até as grandes corporações, o desafio é parecido: manter o controle financeiro e tomar decisões estratégicas. E essa não é uma responsabilidade apenas da alta liderança. Independente do cargo, saber como equilibrar receitas, despesas e investimentos é essencial.
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