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Maior roubo de obras de Picasso completa 50 anos em 2026; relembre o caso

Crime ocorrido em 1976 no Palácio dos Papas, na França, revelou falhas de segurança e entrou para a história da arte

Pablo Picasso: Episódio que completa 50 anos levou cerca de 119 obras de Picasso de um palácio fortificado na França (NBC/NBCU Photo Bank via Getty Images)

Pablo Picasso: Episódio que completa 50 anos levou cerca de 119 obras de Picasso de um palácio fortificado na França (NBC/NBCU Photo Bank via Getty Images)

Publicado em 3 de fevereiro de 2026 às 17h58.

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Em 1976, um dos maiores furtos da história da arte transformou uma exposição dedicada a Pablo Picasso em um caso policial internacional. Cerca de 119 obras do artista desapareceram do Palácio dos Papas, em Avignon, no sul da França, um edifício medieval conhecido por sua estrutura fortificada.

O episódio se tornou emblemático não apenas pela dimensão do prejuízo cultural, mas pela forma como o crime foi executado. Mesmo com vigilância e controle de acesso, os criminosos conseguiram retirar as obras de arte sem serem interceptados, expondo falhas graves no sistema de segurança do local.

Como aconteceu o roubo no Palácio dos Papas?

O furto ocorreu durante a noite e só foi descoberto ao amanhecer. Um segurança encontrou as salas da exposição completamente vazias, sem sinais evidentes de arrombamento ou confronto.

Segundo relatos da época, os ladrões teriam permanecido escondidos dentro do palácio após o fechamento ao público. Durante a ação, funcionários teriam sido feitos reféns para permitir o acesso direto às obras expostas.

As peças foram retiradas das molduras, dobradas e transportadas em uma van, o que facilitou o escoamento de um grande volume de trabalhos em pouco tempo.

O impacto do roubo no mundo da arte

O furto chamou atenção internacional pela aparente facilidade com que um acervo tão valioso foi levado de um dos edifícios históricos mais protegidos da França. À época, especialistas destacaram que o crime evidenciava a vulnerabilidade de museus e exposições temporárias, mesmo quando instaladas em estruturas consideradas seguras.

Além disso, o caso levantou questionamentos sobre protocolos de vigilância, treinamento de equipes e responsabilidade institucional na proteção do patrimônio artístico.

Meses após o roubo, a polícia conseguiu recuperar a maior parte das obras furtadas de Pablo Picasso. Apesar disso, a motivação dos criminosos nunca foi completamente esclarecida, e o caso permaneceu cercado de lacunas.

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