Carreira

Recordar é prevenir II

São Paulo - No meu último artigo, no mês passado, revisei alguns aspectos do comportamento à mesa que são realmente inadmissíveis. Agora, vamos conversar um pouco sobre aqueles pecados que não são tão graves e podem ser perdoados. Vale conhecer também os hábitos que vão deixá-lo sempre bem na foto, esteja você em qualquer país que […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 3 de junho de 2013 às 16h36.

São Paulo - No meu último artigo, no mês passado, revisei alguns aspectos do comportamento à mesa que são realmente inadmissíveis. Agora, vamos conversar um pouco sobre aqueles pecados que não são tão graves e podem ser perdoados. Vale conhecer também os hábitos que vão deixá-lo sempre bem na foto, esteja você em qualquer país que partilhe dos nossos mesmos hábitos. Sinal amarelo para:

• Refrigerantes à mesa — Não é muito correto, mas vá lá. Só prometa que, numa situação de maior formalidade, ou num espaço gourmet, você trocará o refrigerante zero por água.

• Não aceitar o couvert — Acho que esta é uma boa tática para quem quer otimizar gastos à mesa ou tentar manter a dieta alimentar. 

• Sinal verde para — Disposição para conhecer o novo. Adoro o ditado que diz que gente educada tem boca educada. Assim, abra-se ao novo e esteja sempre disposto a provar o novo à mesa. Nada mais chato e nada mais feio do que ser enjoado para comer: em crianças a gente tolera. Um adulto, porém, numa refeição de negócios? É de matar!

• Não ter pressa — Saiba partilhar uma mesa com outras pessoas e demonstrar seu apreço por isso. Seja sensível, para jamais demonstrar que a comida à sua frente é mais importante do que a companhia das pessoas ao seu redor.

• Demonstrar vontade de colaborar — Por mais que você tenha sido convidado para a refeição, tão logo a conta chegue à sua mesa, ofereça-se para dividir as despesas. Cada vez mais é bem-visto e benquisto o ser humano que jamais transmite aos outros a sensação do levar vantagem ou aproveitar-se de qualquer situação. E, caso seu anfitrião insista em arcar com a despesa, aceite e agradeça.  

Sei que deixei de listar vários detalhes que seguramente diferenciam os refinados dos demais seres humanos. Mas, de qualquer forma, a proposta foi fazer com que você, caro leitor, se mantivesse atento a esses itens sobre os quais já falamos em edições muito anteriores a esta. Agora é com você: arregace as mangas e passe a praticar com mais frequência, pois, nesse caso, o hábito faz, sim, o monge!

Acompanhe tudo sobre:[]Edição 145

Mais de Carreira

O que a geração Z aprendeu sobre o trabalho que millennials levaram anos para descobrir

Os cinco hábitos que aumentam sua inteligência emocional, segundo professor de psicologia de Harvard

Três lições deste CEO sobre liderança que todo gestor precisa dominar

Quatro perguntas que devem estar no checklist estratégico antes de qualquer reunião