Franquias (JaaakWorks/Getty Images)
Redatora
Publicado em 6 de janeiro de 2026 às 11h00.
A ideia de que “nunca foi tão fácil empreender” precisa ser revista. Embora as ferramentas digitais, o acesso ao conhecimento e as redes de apoio estejam mais disponíveis do que nunca, o custo real de tirar uma ideia do papel está aumentando — e em ritmo acelerado.
Segundo Joe Procopio, fundador e empreendedor em série, há dois fatores invisíveis que estão encarecendo — e complicando — a jornada de quem quer lançar uma startup:
Os alertas se aplicam tanto para o mercado americano quanto para o cenário brasileiro: falta de previsibilidade de custos, dificuldade em formar times e pressão para entregar resultados rápidos.
Esses desafios não apenas exigem preparo financeiro, mas também emocional e estratégico. As informações foram retiradas de Inc.
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Apesar dos cortes recentes nas taxas de juros em diversos países, inclusive no Brasil, o custo real de vida e operação continua subindo. Ou seja, mesmo com dinheiro mais barato, ele compra menos.
“A cada nova rodada de inflação, a linha de chegada financeira se afasta”, afirma Procopio.
No mundo das startups, isso significa que rodadas de captação precisam ser maiores. Se antes US$ 250 mil sustentavam um negócio nascente por 12 meses, hoje o número pode ser quatro vezes maior.
A inflação pressiona salários, fornecedores, insumos e tempo de entrega — e reduz a margem de erro dos empreendedores.
No Brasil, onde o acesso a capital ainda é limitado para muitos fundadores, essa lógica se agrava. Erros de cálculo, subestimativa de custos e planos de negócio frágeis se tornam letais.
O segundo grande obstáculo é a saúde — mais especificamente o custo de oferecer (ou contratar) planos de saúde de qualidade.
Nos Estados Unidos, os planos privados se tornaram inacessíveis para pequenas empresas. No Brasil, a situação não é muito diferente, já que os planos empresariais ficaram até 25% mais caros nos últimos anos, e a oferta de cobertura para startups e MEIs é limitada. Isso impacta diretamente a contratação e retenção de talentos.
Se um fundador não consegue oferecer segurança básica para seu time, a empresa perde competitividade. E se ele mesmo não consegue acesso a atendimento de qualidade, sua própria saúde mental e física — essencial para sustentar a rotina empreendedora — entra em risco.
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Diante desse cenário, Procopio propõe dois caminhos possíveis para fundadores em 2026:
A nova realidade exige que empreendedores levantem valores maiores já na fase seed. Em vez de pensar em R$ 500 mil, o ideal pode ser partir de R$ 1 milhão ou mais, dependendo do tipo de negócio.
Isso garante mais fôlego para imprevistos — e mais tempo até a próxima rodada.
Para quem não tem acesso a capital, o caminho pode ser construir o produto sozinho por mais tempo, manter o emprego atual e postergar ao máximo a formalização de um time. Esse modelo exige disciplina, mas reduz o risco de falência precoce.
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