Grupo Equatorial busca startups para testar tecnologias aplicadas a desafios de energia, água, segurança e sustentabilidade (CardIrin/Shutterstock)
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Publicado em 21 de agosto de 2026 às 07h00.
Com inscrições abertas até 24 de agosto, a primeira edição do Órbita tem o objetivo de conectar startups ao Grupo Equatorial, buscando empresas com capacidade de desenvolver e testar soluções para questões estratégicas para:
O programa de inovação aberta terá início com a seleção das startups e um Pitch Day previsto para setembro.
As startups selecionadas terão acesso a ativos, estruturas e equipes do Grupo Equatorial para realizar provas de conceito (POCs) remuneradas, em condições reais de operação.
A proposta é testar a efetividade das tecnologias, medir resultados e, nos casos de maior potencial, abrir caminho para futuras contratações ou parcerias.
A iniciativa é impulsionada pelo EQT Lab, hub de inovação do Grupo Equatorial, em parceria com a Innoscience, consultoria especializada em inovação corporativa.
O programa terá duração de cinco meses, dividido em seis etapas: inscrições; filtro e Pitch Day; imersão; contratação; piloto e avaliação, com encerramento em dezembro de 2026 e realização de um Demoday.
O evento final deverá apresentar os resultados dos pilotos e indicar quais soluções têm potencial para seguir em desenvolvimento junto à companhia.
“Queremos aproximar a companhia de startups capazes de trazer novas tecnologias e novos olhares para segurança, eficiência, experiência dos clientes e transição energética”, afirma Lucas Pinheiro, Executivo do Instituto de Ciência e Tecnologia/EQT Lab do Grupo Equatorial.
Na primeira edição, o Órbita selecionará startups para atuar em cinco desafios estratégicos:
O Órbita é direcionado a startups em estágio de validação ou tração, que já tenham uma solução desenvolvida e estejam preparadas para testá-la em campo.
A proposta é diferente de programas voltados exclusivamente ao desenvolvimento de ideias: as empresas selecionadas deverão apresentar tecnologias com condições de aplicação e validação em um contexto operacional real.
Durante o programa, as startups terão contato direto com as áreas de negócio responsáveis por cada desafio e poderão acessar ativos e estruturas do Grupo Equatorial para a realização das POCs remuneradas.
“Aproximar-se do ecossistema de startups deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade estratégica para empresas que querem se manter competitivas e resolver problemas complexos de operação”, conclui Dagoberto Trento, sócio-diretor da Innoscience.