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Alicerce Educação e Revista Raça se une em comitê inovador antirracista

Iniciativa visa deliberar, subsidiar e fiscalizar ações de combate ao racismo
Comitê é formado por personalidades em sua maioria negras (Anchiy/Getty Images)
Comitê é formado por personalidades em sua maioria negras (Anchiy/Getty Images)
Por BússolaPublicado em 26/05/2022 13:55 | Última atualização em 26/05/2022 11:36Tempo de Leitura: 2 min de leitura

Neste mês de maio, onde é celebrada a”abolição inacabada” da escravatura, o Alicerce Educação e a Revista Raça lançam uma parceria inédita em termos de educação para a população mais desfavorecida do Brasil. Trata-se da formação de um comitê multidisciplinar com autonomia para deliberar ações, demandar posicionamentos, subsidiar e fiscalizar iniciativas antirracistas promovidas pelo Alicerce Educação, uma rede de educação que está espalhada em mais da metade do território nacional.

Presidido por Maurício Pestana, CEO da Revista Raça e do Fórum Brasil Diverso, o comitê é formado por personalidades em sua maioria negra de grande expressão nacional como a cientista Jacqueline Goes de Jesus.

A maioria da população que vive nas periferias do país é de pretos e não brancos. Ao promover o ensino básico em comunidades em situação de vulnerabilidade social, o Alicerce Educação conecta-se diretamente com essa população e à luta antirracista para garantir o acesso da população negra a uma educação e à missão da Revista Raça, que em setembro completa 26 de existência.

“A união com a Revista Raça expande o potencial de impacto social do Alicerce, à medida em que o apoio do comitê garante a legitimidade de ações no combate ao racismo e fiscaliza essas iniciativas. Juntos, poderemos oferecer ainda mais o suporte necessário para que pessoas pretas possam concorrer igualitariamente às posições disputadas com brancos”, afirma Paulo Batista, CEO no Alicerce Educação

“A experiência que trago como partícipe de outros comitês me dá a certeza de que este será o comitê com maiores poderes de intervenção direta nas políticas adotadas por uma instituição privada que se tem notícia no Brasil, teremos voz e poder real para mudar a política da empresa no quesito inclusão e diversidade” afirma Maurício Pestana.

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