Brasil

TSE retoma dia 30 julgamento das contas da campanha de Dilma

A ação é movida pelo PSDB e havia sido interrompida por pedido de vista da ministra Luciana Lóssio, que liberou o caso no último dia 17


	Presidente Dilma Rousseff: em decisão monocrática tomada pela ministra Maria Thereza de Assis Moura em fevereiro, a ação proposta pelos tucanos foi arquivada, posicionamento que acabou derrubado pelo Plenário
 (REUTERS/Ueslei Marcelino)

Presidente Dilma Rousseff: em decisão monocrática tomada pela ministra Maria Thereza de Assis Moura em fevereiro, a ação proposta pelos tucanos foi arquivada, posicionamento que acabou derrubado pelo Plenário (REUTERS/Ueslei Marcelino)

DR

Da Redação

Publicado em 25 de setembro de 2015 às 13h41.

Belo Horizonte - O julgamento do processo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pede a cassação da presidente Dilma Rousseff (PT) - por uso de recursos provenientes do esquema de corrupção da Petrobras na campanha à reeleição de 2014 - será retomado na próxima quarta-feira, 30, segundo o presidente da corte, Dias Toffoli.

A ação é movida pelo PSDB e havia sido interrompida por pedido de vista da ministra Luciana Lóssio, que liberou o caso no último dia 17.

Em decisão monocrática tomada pela ministra Maria Thereza de Assis Moura em fevereiro, a ação proposta pelos tucanos foi arquivada, posicionamento que acabou derrubado pelo Plenário.

Em 25 de agosto, os ministros Luiz Fux e Henrique Neves se manifestaram a favor da continuidade da ação. Com os dois votos, foi constituída maioria de quatro ministros da corte, que tem sete integrantes, favoráveis à manutenção da ação.

Os ministros Gilmar Mendes e João Otávio de Noronha já haviam votado pela continuidade. Maria Thereza se posicionou contra. Agora, faltam os votos de Luciana Lóssio e Dias Toffoli.

Também no dia 30, a ministra Maria Thereza deve assumir a corregedoria do Tribunal. Ela substituirá o ministro João Otávio de Noronha, que voltará a exercer exclusivamente o cargo de ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Ao assumir a corregedoria, a ministra se transformará automaticamente em relatora do processo contra a presidente no TSE. Conforme previsto pelo regimento da corte, ações como a proposta pelo PSDB, que pedem a impugnação da chapa, ficam a cargo da corregedoria.

Acompanhe tudo sobre:Dilma RousseffPersonalidadesPolíticosPolíticos brasileirosPT – Partido dos TrabalhadoresPolítica no BrasilEleiçõesTSEEleições 2014

Mais de Brasil

Toffoli nega recebimento de valores e relação de amizade com Vorcaro

Anvisa determina recolhimento de fórmula infantil da Nestlé

Participação das construtoras em leilões crescerá naturalmente, diz Sinicon

Brasil vive alerta amarelo por escassez de engenheiros, diz diretor da Sinicon