Brasil

Senado aprova uso obrigatório de máscaras no país durante a pandemia

O texto já havia sido aprovado, em 19 de maio, pela Câmara, mas retorna à análise dos deputados por ter sofrido algumas modificações feitas pelos senadores

Coronavírus: população deverá usar máscara no país contra a disseminação do novo coronavírus (Ricardo Moraes/Reuters)

Coronavírus: população deverá usar máscara no país contra a disseminação do novo coronavírus (Ricardo Moraes/Reuters)

R

Reuters

Publicado em 4 de junho de 2020 às 20h15.

Priorizar nos meus resultados Google

O Senado aprovou nesta quinta-feira projeto que torna obrigatório o uso de máscaras como instrumento de contenção da disseminação do novo coronavírus e prevê, ainda, que órgãos públicos e privados adotem medidas adicionais de prevenção à proliferação da doença.

O texto já havia sido aprovado, em 19 de maio, pela Câmara, mas retorna à análise dos deputados por ter sofrido algumas modificações feitas pelos senadores.

No Senado, o texto que já previa a obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção individual para circulação em espaços públicos e privados acessíveis ao público, vias públicas e transportes públicos diante da pandemia da covid-19, incorporou determinação de adoção de "medidas de assepsia de locais de acesso público, inclusive transporte, e a disponibilização de produtos saneantes aos usuários durante a vigência das medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente da pandemia da covid-19".

"Pode-se afirmar que há consenso acerca da imposição do uso de máscaras de proteção em todo o território nacional como medida de contenção, ao menos parcial, da disseminação do vírus causador da covid-19 por via aérea", disse o relator da proposta, senador Jean Paul Prates (PT-RN).

Acompanhe tudo sobre:SenadoCoronavírus

Mais de Brasil

Lula supera Flávio Bolsonaro nas redes após debate sobre sigilos, diz Datrix

Comitê da ONU pede que Meta proteja liberdade de expressão nas eleições brasileiras

Lula aceita condições de Flávio para abrir sigilos, mas cobra dados de empresa ligada a Willer Tomaz

Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 53% e Lula, 47%, no 2º turno