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Reinfecção de covid-19: pessoas podem ter a doença mais de duas vezes

Nesta semana Brasil bateu recorde de casos de coronavírus desde o início da pandemia. Cuidados ainda precisam ser mantidos, e vacinação ajuda a diminuir gravidade da doença
 (Divulgação/divulgação)
(Divulgação/divulgação)
Por Gilson Garrett JrPublicado em 26/01/2022 15:12 | Última atualização em 26/01/2022 15:12Tempo de Leitura: 4 min de leitura

Desde a semana passada, o Brasil bateu sucessivos recordes diários de casos de covid-19, com muitos relatos de uma segunda infecção, ou mesmo uma terceira ou quarta. No Brasil ainda faltam dados sobre a reinfecção, mas outros governos já fazem este acompanhamento. No estado de Nova York, nos Estados Unidos, foram relatados quase 170 mil casos de reinfecção, o que corresponde a 3,6% do total de testes positivos já informados.

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De acordo com os mais recentes dados do Ministério da Saúde, a média móvel, que calcula os casos de covid-19  dos últimos sete dias, passou dos 157 mil. A média de mortes é de 332, bem abaixo do pico, registrado em abril do ano passado, quando ficou acima de de 3 mil.

Assim como outras doenças respiratórias, é possível se contaminar mais de uma vez com o coronavírus, mas a vacinação ajuda a deixar os sintomas leves, e o isolamento deve ser feito mesmo em pessoas assintomáticas. A reinfecção é considerada quando passados 90 dias ou mais do diagnóstico anterior.

“Vemos que é mais comum os casos de reinfecção em pessoas imunocomprometidas, idosos ou que estão em algum tipo de tratamento mais complexo. Ainda não há uma resposta científica exata para saber o motivo pelo qual as pessoas se infectam mais de uma vez. Há indicações de que pode haver uma predisposição genética, mas ainda não está claro”, explica a médica, professora da Universidade Estadual de Campinas, Raquel Stucchi.

A infectologista, que é e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia, ainda explica que após ter o resultado positivo para o teste de covid-19 e passar o processo da doença, a proteção que o corpo desenvolve, evitando novas infecções, é de, em média, de três a seis meses. Isso não considerando uma pessoa vacinada.

Com a imunização, as chances de se infectar são reduzidas em cerca de 80%, dependendo do imunizante, da idade e da presença de comorbidades.

Em todas as pesquisas até o momento, a variante Ômicron se mostrou a mais transmissível do coronavírus. Apesar disso, não está claro se ela tem um potencial maior de reinfecção. Mesmo sendo menos comum, há casos de pessoas que tiveram a covid-19 mais de uma vez, com a mesma variante.

Cuidados

Os cuidados para evitar uma reinfecção são os mesmos conhecidos até o momento: usar máscara, lavagem das mãos constantemente e evitar aglomerações. Além disso, a vacinação é fundamental para diminuir as chances de ser infectado e também de agravar a doença.

Nas UTIs dos hospitais de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, quase 90% dos internados não estão com o esquema de vacinação completo, segundo dados divulgados pelas secretarias estaduais de Saúde nesta semana.

O que fazer se o teste der positivo?

Mesmo que seja por uma segunda vez, os cuidados pós resultado positivo são idênticos a quem tem pela primeira vez. “A pessoa deve ficar isolada por dez dias. A norma técnica prevê que se no quinto dia não tiver sintomas e o teste estiver negativo, pode sair do isolamento, mas seguir usando máscara”, explica Stucchi.

A infectologista ainda lembra que somente após um tempo de 14 dias é que a pessoa está liberada para viagens e contato com outras pessoas. Também é necessário que a máscara seja do tipo PFF2/N95, que confere uma proteção maior.