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Prefeito de Belo Horizonte diz que alguns demitidos podem voltar

Segundo Kalil, no entanto, um levantamento está sendo feito "com responsabilidade" para avaliar novos cortes

Alexandre Kalil: "O ano é de contenção", diz o prefeito (Flickr Alexandre Kalil/Divulgação)

Alexandre Kalil: "O ano é de contenção", diz o prefeito (Flickr Alexandre Kalil/Divulgação)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 3 de janeiro de 2017 às 08h32.

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Belo Horizonte - Após extinguir 2,8 mil cargos comissionados, o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PHS), afirmou nesta segunda-feira, 2, que "algumas" das pessoas que perderam postos poderão voltar, mas que isso dependerá de "critérios". O prefeito não informou quais seriam esses critérios.

Segundo Kalil, no entanto, um levantamento está sendo feito "com responsabilidade" para avaliar novos cortes. "O ano é de contenção. Pega o Diário Oficial de hoje (ontem) e veja. O mar não está pra peixe", disse, se referindo à publicação da extinção dos 2,8 mil comissionados. O prefeito participou ontem da posse de secretários.

Kalil afirmou ainda que o aumento de salário para prefeito, vice-prefeito, secretários e vereadores dados pelo seu antecessor, Marcio Lacerda (PSB), tem relação com as próximas eleições.

"Está todo mundo querendo ficar bonito na fita pensando em 2018", disse. Ele, porém, não se opôs ao reajuste. "Bons técnicos precisam ter bons salários", afirmou o prefeito.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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