Brasil

Polícia Civil também paralisará as atividades no Ceará

PM está em greve há seis dias, provocando confusão e insegurança no estado

O sindicato convocou os trabalhadores a abandonarem as delegaciais e se reunirem em frente à Superintendência da Polícia Civil, no centro de Fortaleza (Wikimedia Commons)

O sindicato convocou os trabalhadores a abandonarem as delegaciais e se reunirem em frente à Superintendência da Polícia Civil, no centro de Fortaleza (Wikimedia Commons)

DR

Da Redação

Publicado em 4 de janeiro de 2012 às 06h38.

Priorizar nos meus resultados Google

Fortaleza - Os policiais civis do Ceará decidiram na noite desta terça-feira iniciar uma paralisação da categoria. A resolução do Sindicato dos Policiais Civis de Carreira do Estado do Ceará (Sinpoci) acontece no momento em que o governo do estado negocia com policiais militares e bombeiros o fim de uma greve desses setores, iniciada em 29 de dezembro, e que vem causando confusão e insegurança em Fortaleza.

Representantes do sindicato dos policiais civis disseram que passarão a noite tentando convencer colegas a aderirem à paralisação e a entregarem as chaves das delegacias aos delegados, deixando-os sozinhos. Eles convocaram os trabalhadores a abandonarem as delegaciais e se reunirem em frente à Superintendência da Polícia Civil, no centro de Fortaleza.

Nesse momento, cerca de dez viaturas das Delegacias de Homicídios, Departamento Estadual de Investigações Sobre Narcóticos (Denarc), Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos e Cargas (DRFVC) e da 34ª DP já estão estacionadas na praça. Os policiais civis querem reajuste salarial de 100% e uma reunião com o governo do estado. A Polícia Civil fez uma greve de cinco meses, no ano passado, e só voltou ao trabalho em 14 de outubro, depois de a Justiça julgar o movimento ilegal.

Acompanhe tudo sobre:Violência urbanaGrevesCeará

Mais de Brasil

Lula tem avaliação superior à de Bolsonaro antes da eleição, mas desaprovação ainda supera aprovação

Reforma tributária pode pressionar tarifas de pedágio, diz CEO do grupo Way

Crise no STF: entenda em 6 pontos o que aconteceu no julgamento sobre Moraes

Quando o julgamento de Moraes pode voltar? Vista de Dino adia decisão