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PM terá protocolo de procedimentos na Copa, diz Carvalho

O ministro da Secretaria Geral da Presidência da República participa no Rio de um debate com movimentos sociais sobre a realização do campeonato


	Gilberto Carvalho: ele assinalou que governo federal já está trabalhando com os estados onde haverá jogos um protocolo de procedimentos para a Polícia Militar
 (Elza Fiuza/ABr)

Gilberto Carvalho: ele assinalou que governo federal já está trabalhando com os estados onde haverá jogos um protocolo de procedimentos para a Polícia Militar (Elza Fiuza/ABr)

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Da Redação

Publicado em 28 de abril de 2014 às 18h24.

Rio - O ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, disse nesta segunda-feira, 28, que torce para que ocorram manifestações populares durante a Copa do Mundo e que a única preocupação é com a violência.

Carvalho assinalou que o governo federal já está trabalhando com os estados onde haverá jogos um protocolo de procedimentos para a Polícia Militar.

O ministro participa no Rio de um debate com movimentos sociais sobre a realização do campeonato.

"Tomara que tenha manifestação. É importante que os turistas vejam o Brasil com sua democracia pulsante. Nossa preocupação é a violência, mas estamos preparados para ela. Teremos que fazer convencimento para que a violência reduza cada vez mais. Trabalhamos fortemente um protocolo com as polícias militares. Para evitar que seja um fator de agravamento das violências", afirmou o ministro em entrevista ao chegar à sede do Sindicato dos Bancários.

Carvalho voltou a reconhecer que o governo demorou a se mobilizar para mostrar os benefícios da Copa e também para dialogar com os movimentos sociais contrários à realização do campeonato.

O ministro já esteve em Manaus, Cuiabá, Belo Horizonte e São Paulo em debates semelhantes.

Questionado sobre o legado da Copa, Carvalho respondeu que as obras são importantes, mas ressaltou: "O grande legado é que o Brasil vai ficar 40 dias na imprensa. Imagina a multiplicação do turismo. São os trabalhadores que têm tido emprego permanente, e terão mais ainda, na área hoteleira, no ramo do turismo".

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