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PF prende 9 em operação contra tráfico internacional

A ação prevê o cumprimento de 22 mandados de prisão e outros 60 de busca e apreensão em sete estados


	Pedra de crack: a PF investiga o esquema que fornece drogas - principalmente crack e cocaína - para as facções Comando Vermelho e PCC
 (Wikimedia Commons)

Pedra de crack: a PF investiga o esquema que fornece drogas - principalmente crack e cocaína - para as facções Comando Vermelho e PCC (Wikimedia Commons)

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Da Redação

Publicado em 30 de novembro de 2012 às 13h58.

São Paulo - Nove homens foram presos nesta sexta-feira na Operação Vera Cruz da Polícia Federal para desarticular uma quadrilha especializada em tráfico internacional de entorpecentes.

A PF investiga o esquema que fornece drogas - principalmente crack e cocaína - para as facções Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital (PCC). A ação prevê o cumprimento de 22 mandados de prisão e outros 60 de busca e apreensão em sete Estados.

Segundo a PF, até as 14 horas, dos nove homens presos, seis estavam no Paraná, dois em Santa Catarina e um em São Paulo. Os policiais disseram que ainda há cinco pessoas foragidas da Justiça.

Além das prisões, a operação apreendeu em uma fazenda em Santa Luzia do Pará - a 200 quilômetros de Belém - sete cavalos de raça. Cada um tem valor estimado em R$ 100 mil. Dez máquinas agrícolas - com valor entre R$ 300 mil e R$ 500 mil - e duas armas de fogo também foram apreendidas. A Justiça bloqueou os bens pessoais de todos os investigados.


De acordo com a PF, até o começo da tarde, os mandados de busca e apreensão na Bahia foram concluídos com a apreensão de documentos relacionados ao comércio ilegal de entorpecentes. A corporação ainda não tem o balanço do Rio de Janeiro.

A operação acontece de forma simultânea nos Estados: Paraná, Santa Catarina, Bahia, Pará, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo.

O Ministério Público Federal, a Polícia Rodoviária Federal e a Secretaria Nacional Anti Drogas do Paraguai apoiam a Operação Vera Cruz.

Conforme as autoridades, o esquema contava com o transporte de entorpecentes do Paraguai para o Brasil, com veículos de luxo. A droga ficava escondida na carroceria dos veículos e cruzava a fronteira sem ser notada.

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