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Mesmo com intervenção, reforma é prioridade, diz Meirelles

Além disso, o ministro da Fazenda confirmou que o governo estuda a possibilidade de reforçar o orçamento das Forças Armadas que atuarão no RJ

Meirelles: "Se as lideranças do Congresso concluírem que a reforma tem votos suficientes para ser aprovada, a ideia é tomar uma medida que viabilize a votação" (Tomaz Silva/Agência Brasil)

Meirelles: "Se as lideranças do Congresso concluírem que a reforma tem votos suficientes para ser aprovada, a ideia é tomar uma medida que viabilize a votação" (Tomaz Silva/Agência Brasil)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 19 de fevereiro de 2018 às 13h23.

Última atualização em 19 de fevereiro de 2018 às 14h30.

Brasília - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, participa nesta segunda-feira, 19, de reunião para analisar decreto que formaliza a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro. Ele confirmou que o governo estuda a possibilidade de reforçar o orçamento das Forças Armadas que atuarão no Estado.

Apesar da Reforma da Previdência ter sido retirada da pauta do plenário da Câmara dos Deputados com a intervenção, o ministro insistiu que a mudança nas aposentadorias é a prioridade número um do governo. "Se as lideranças do Congresso concluírem que a reforma tem votos suficientes para ser aprovada, a ideia é tomar uma medida que viabilize a votação. Tudo ocorrerá dentro de normas constitucionais. Antes de se definir o número de votos não cabe ficarmos discutindo 'planos Bs'", completou.

Meirelles ainda comentou que o resultado do IBC-BR de alta de 1,04% no acumulado do ano passado, divulgado hoje pelo Banco Central, mostra que o Brasil já cresceu em 2017 e crescerá ainda mais em 2018.

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