Brasil

Decreto pode reduzir custos de contratações públicas

O decreto reduz a alíquota do seguro-garantia, que é o seguro de bens. A redução será de 7,38% para zero


	Carteiras de trabalho empilhadas sobre uma mesa: com a redução da alíquota de 7,38% para zero, os contratos deverão ficar mais baratos
 (Jorge Rosenberg/VEJA)

Carteiras de trabalho empilhadas sobre uma mesa: com a redução da alíquota de 7,38% para zero, os contratos deverão ficar mais baratos (Jorge Rosenberg/VEJA)

DR

Da Redação

Publicado em 16 de agosto de 2012 às 12h43.

Brasília - O Diário Oficial da União publica hoje (16) decreto que reduz a alíquota do seguro-garantia, que é o seguro de bens, de 7,38% para zero. A medida, que só entra em vigor no prazo de 90 dias, deverá reduzir os custos nas contratações da administração pública.

De acordo com a área técnica da Receita Federal, o seguro-garantia é muito usado em contratações do serviço público, pois pode ser utilizado como caução para a participação em licitações e como garantia de cumprimento de contratos de aquisição de bens e serviços, nos termos previstos na Lei de Licitações (nº 8.666), de 1993.

Por isso, com a redução da alíquota de 7,38% para zero, os contratos deverão ficar mais baratos.

Acompanhe tudo sobre:Receita FederalServidores públicosOrçamento federal

Mais de Brasil

Governo se reúne com setor pornô para discutir proteção de menores na internet

Lula sanciona lei que proíbe descontos automáticos em pagamentos do INSS

Prazo para contestar descontos indevidos do INSS termina em 14 de fevereiro

Defesa de Bolsonaro promete medidas legais após Moraes negar ida a hospital