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Chuvas no RS: governo prepara linha de crédito de pelo menos R$ 10 bi para grandes empresas

Financiamento será via BNDES e terá juros mais baixos

Aerial view of a warehouse destroyed by flooding in the port area of Porto Alegre, Rio Grande do Sul state, Brazil, taken on May 19, 2024. Porto Alegre, the Brazilian metropolis left submerged after torrential rains, had been lulled into a "false sense" of security by a vast but aging system of flood defenses, an urban drainage engineer told AFP. Leomar Teichmann said a network of dikes, levees and a massive wall was meant to protect about 40 percent of the capital city of Rio Grande do Sul state in southern Brazil, where 150 people have died and hundreds of thousands were forced from their homes. (Photo by Nelson ALMEIDA / AFP) (Nelson ALMEIDA/AFP Photo)

Aerial view of a warehouse destroyed by flooding in the port area of Porto Alegre, Rio Grande do Sul state, Brazil, taken on May 19, 2024. Porto Alegre, the Brazilian metropolis left submerged after torrential rains, had been lulled into a "false sense" of security by a vast but aging system of flood defenses, an urban drainage engineer told AFP. Leomar Teichmann said a network of dikes, levees and a massive wall was meant to protect about 40 percent of the capital city of Rio Grande do Sul state in southern Brazil, where 150 people have died and hundreds of thousands were forced from their homes. (Photo by Nelson ALMEIDA / AFP) (Nelson ALMEIDA/AFP Photo)

Agência o Globo
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Publicado em 25 de maio de 2024 às 12h48.

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O governo federal deve anunciar na próxima semana uma linha de crédito voltada para grandes empresas afetadas pelas chuvas no Rio Grande do Sul. O número ainda não está fechado, mas deve superar R$ 10 bilhões, de acordo com integrantes do Ministério da Fazenda.

O objetivo principal do governo é socorrer grandes empresas do setor industrial e do agronegócio, que não haviam sido contempladas nas primeiras medidas de crédito anunciadas pelo governo há 15 dias — voltadas para pequenos negócios. O anúncio deve ser feito pelo ministro do Desenvolvimento e Indústria e vice-presidente Geraldo Alckmin.

A linha de crédito deverá ser via BNDES, que receberá recursos da União para equalização de taxas e oferecer juros baixos. Mas não haverá garantias do Tesouro. Como há um decreto de calamidade em vigor, esses gastos não contarão para aferição da meta fiscal.

Como o governo já anunciou medidas para pessoas físicas e pequenas empresas, as novidades para grandes companhias é vista como conclusão desta etapa de auxílios.

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