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Brasil mantém emergência nacional em saúde pública devido a zika

"O Brasil vai manter a situação de emergência, porque as consequências da microcefalia são muito graves", disse ministro da Saúde

Aedes: Barros pediu ainda que a população ajude no combate ao Aedes aegypti, sobretudo diante da iminência do verão brasileiro (Daniel Becerril/File Photo/Reuters)

Aedes: Barros pediu ainda que a população ajude no combate ao Aedes aegypti, sobretudo diante da iminência do verão brasileiro (Daniel Becerril/File Photo/Reuters)

AB

Agência Brasil

Publicado em 18 de novembro de 2016 às 16h22.

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Um ano após declarar emergência nacional em saúde pública em razão do aumento de casos de microcefalia associados ao vírus zika, o governo brasileiro decidiu manter a situação. A declaração foi dada hoje (18) pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, durante coletiva de imprensa.

"O Brasil vai manter a situação de emergência, porque as consequências da microcefalia são muito graves. O Brasil está acumulando conhecimento muito amplo sobre o vírus zika, por meio de inúmeras pesquisas que estamos financiando. E nós entendemos que, como somos o país com maior incidência, devemos manter ampla vigilância para dar segurança à população."

Barros pediu ainda que a população ajude no combate ao Aedes aegypti, sobretudo diante da iminência do verão brasileiro. A meta, segundo ele, é destruir focos do vetor.

"É preciso que cada cidadão assuma sua responsabilidade e ajude a combater os focos do mosquito. É assim que podemos ter um melhor resultado para a toda a sociedade brasileira".

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