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Boatos e denúncias marcam reta final de campanha no MS

Punido pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), o candidato do PT Delcídio Amaral perdeu o tempo de seus dois últimos programas na propaganda da TV

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	Delcídio Amaral e Reinaldo Azambuja: boataria contamina até o discurso dos candidatos
 (Divulgação Facebook/ Montagem Exame.com)

Delcídio Amaral e Reinaldo Azambuja: boataria contamina até o discurso dos candidatos (Divulgação Facebook/ Montagem Exame.com)

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José Maria Tomazela

Publicado em 24 de outubro de 2014 às, 17h29.

Campo Grande - Boatos e denúncias agitam a reta final da campanha em que Delcídio do Amaral, do PT, e Reinaldo Azambuja, do PSDB, disputam o governo de Mato Grosso do Sul.

A boataria contamina até o discurso dos candidatos. Na manhã desta quinta-feira, 23, assessores do tucano passaram a informação da suposta apreensão de um avião com dinheiro para a campanha do PT.

Quase ao mesmo tempo, o próprio Delcídio disse ter recebido a informação de que um filho do adversário havia sido detido com R$ 53 mil no carro para compra de votos.

Ele ressalvou que havia chance de ser boato e recomendou que a informação fosse checada.

A Polícia Federal informou que, nos dois casos, as informações eram falsas.

A PF também negou ter comprovado a participação da equipe de marketing do PT na produtora Macarena Vídeo, onde funcionava uma central de ataques contra a candidatura tucana.

Na quinta-feira, oficiais de Justiça apreenderam discos rígidos contendo material ofensivo ao candidato do PSDB, Reinaldo Azambuja.

Segundo a PF, o nome de Sandra Santana, da equipe de João Santana, principal marqueteiro do PT, foi citado apenas na denúncia encaminhada à Justiça Federal por partidários do tucano.

As investigações sobre seu possível envolvimento ainda serão feitas.

Outras cinco pessoas apontadas na denúncia também serão alvo de investigação.

O advogado de Delcídio, Newley Amarilla, negou relação da campanha com a produtora investigada.

Punido pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), o candidato do PT perdeu o tempo de seus dois últimos programas na propaganda da TV para os direitos de resposta invocados pelo tucano em razão de ofensas e denúncias não comprovadas.

A campanha de Delcídio entrou com representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), alegando "leniência" do tribunal em favor do adversário. O TSE e o TRE não se manifestaram sobre o pedido.

Nesta sexta-feira, 24, Azambuja optou por fazer campanha no interior do estado, onde o concorrente foi mais votado. Em entrevista, ele atacou Delcídio, chamando-o de "arrogante" e "desumano".

Delcídio fez corpo a corpo no bairro Taveirópolis, em Campo Grande - ele foi derrotado pelo adversário na capital - e voltou a afirmar que o tucano é complacente com a tentativa do governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) de ficar com a maior parte do ICMS do gasoduto que corta o estado de Mato Grosso do Sul.

"Por ele, vamos ficar batendo palmas para o Alckmin", disse.

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