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Azeredo não comparece nem é citado em ato do PSDB

Ex-governador é o principal acusado de comandar o mensalão mineiro


	Eduardo Azeredo: processo investiga desvio de recursos públicos para a reeleição do tucano Azeredo em 1998
 (Roosewelt Pinheiro/ABr)

Eduardo Azeredo: processo investiga desvio de recursos públicos para a reeleição do tucano Azeredo em 1998 (Roosewelt Pinheiro/ABr)

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Da Redação

Publicado em 18 de novembro de 2013 às 18h15.

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Poços de Caldas - Principal acusado de comandar o mensalão mineiro, o ex-governador Eduardo Azeredo (PSDB) foi uma importante ausência no ato tucano "Federação Já", que se transformou em festa pela candidatura de Aécio Neves, em Poços de Caldas, nesta segunda-feira, 18.

O processo investiga desvio de recursos públicos para a reeleição do tucano Azeredo em 1998. Os petistas denunciam a morosidade na apuração e no julgamento dos envolvidos.

O nome do ex-governador acusado de envolvimento no esquema não foi citado durante os vários discursos das lideranças tucanas. O presidente do PSDB, Aécio Neves, evitou falar sobre o mensalão mineiro e sobre a ausência de Azeredo. Ao ser perguntado, disse apenas que a lei vale para todos.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, também evitou se aprofundar sobre possíveis implicações da prisão dos mensaleiros no julgamento do esquema em Minas Gerais. "Não é questão político-partidária, é institucional", disse.

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