Tecnologia

Participação do Google entre buscadores atinge menor nível desde 2009

A recém-formada parceria entre a Mozilla e o Yahoo fez com que o Google registrasse a maior queda em 6 anos

Google buscador (Getty Images)

Google buscador (Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 8 de janeiro de 2015 às 08h03.

A recém-formada parceria entre a Mozilla e o Yahoo fez com que o Google registrasse a maior queda na participação no mercado de buscadores desde 2009.

Desde seu lançamento, o browser Firefox, da Mozilla, trouxe o Google como mecanismo de busca padrão. Mas um acordo assinado com o Yahoo em novembro fez o que o navegador trocasse de buscador.

Com isso, a participação do Google no mercado de buscadores nos Estados Unidos caiu de 79,3% para 75,2%. Enquanto isso, a fatia do Yahoo aumentou de 7,4% para 10,4%. Os números são da empresa de estatística StatCounter.

Os números representam a menor participação do Google no mercado americano desde 2008 e a maior parcela do Yahoo desde 2009.

Como o Firefox é usado por apenas 12% dos americanos, o Google manteve boa folga na liderança entre os buscadores.

Nos Estados Unidos, 37% das pessoas usam o Google Chrome como browser e outros 34% têm o Internet Explorer da Microsoft.

Mas a queda do Google no mercado de buscadores pode se tornar ainda maior.

Rumores afirmam que a Apple também pode deixar de usar o buscador do Google em seu navegador, o Safari, que responde por quase metade do tráfego em dispositivos móveis nos Estados Unidos.

Ainda não se sabe se a Apple irá trocar o Google pelo Yahoo, Bing ou até mesmo um buscador próprio.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas de internetEmpresas americanasempresas-de-tecnologiaGoogleTecnologia da informaçãoYahooFirefoxBrowsersINFO

Mais de Tecnologia

Bônus de R$ 420 mil: entenda como uma fábrica consegue pagar esse valor aos funcionários

IPhones transmitirão por completo um evento esportivo profissional pela primeira vez

Microsoft deixará de enviar SMS para autenticação de usuários

Tablet ou notebook: qual vale mais a pena para trabalhar fora do escritório?