Tecnologia

Aplicativo de produtividade recebe US$ 30 milhões

Em um futuro não muito distante, o IFTT possa ser usado, para programar as lâmpadas “inteligentes” de uma casa quando você chegar e a cafeteira às 6h da manhã


	IFTTT: também permite associar o Instagram a um serviço de armazenamento na nuvem
 (PlaceIt/Exame.com)

IFTTT: também permite associar o Instagram a um serviço de armazenamento na nuvem (PlaceIt/Exame.com)

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Da Redação

Publicado em 29 de agosto de 2014 às 09h33.

São Paulo - O aplicativo IFTTT anunciou na quinta-feira, 28, ter recebido uma rodada de investimento de US$ 30 milhões dos fundos americanos Norwest Venture Partners e Andreessen Horowitz.

O IFTTT (acrônimo de “If this, than that”, que significa “se isto, então aquilo”, em inglês) é um aplicativo criado para servir como ponte entre vários serviços e aplicativos espalhados pela internet. A plataforma permite ao usuário criar diversas “receitas” para automatizar as diferentes funções do smartphone.

Por meio do app é possível, por exemplo, associar o Instagram a um serviço de armazenamento na nuvem e determinar que cada foto publicada na plataforma tenha uma cópia automaticamente salva no serviço de armazenamento.

A lista de serviços e apps que já permitem integração com o IFTT é extensa. Inclui Gmail, Google Drive, Dropbox, Instagram, Facebook, Evernote, LinkedIn, entre outros. Com o novo investimento, o IFTTT mira o novo mercado a ser criado pela internet das coisas (quando todos os objetos estarão conectados à internet de alguma forma).

Em entrevista ao site TechCrunch, Linden Tibbet, cofundador do sistema, disse que a ideia é que, em um futuro não muito distante, o IFTT possa ser usado, por exemplo, para programar as lâmpadas “inteligentes” de uma casa para acenderem e a cafeteira conectada para começar a preparar o café automaticamente todos os dias quando o relógio do smartphone registrar 6h da manhã.

No curto prazo, a empresa deve começar a gerar receita com a venda de contas premium, que vão permitir utilizar múltiplas contas do Twitter ou Instagram no serviço.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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