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Após bloqueio, LinkedIn volta a funcionar na China

Embora não esteja claro se o site foi bloqueado pela censura do governo, a interrupção no acesso se seguiu a detenções na China

LinkedIn: convocação na internet pede que chineses protestem contra a censura (Justin Sullivan/Getty Images)

LinkedIn: convocação na internet pede que chineses protestem contra a censura (Justin Sullivan/Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 25 de fevereiro de 2011 às 19h02.

Nova York - O acesso à rede de contatos profissionais LinkedIn foi restabelecido na China, um dia depois de ser bloqueado no país após convocações para manifestações inspiradas nas lutas do Oriente Médio.

Um porta-voz do LinkedIn nos Estados Unidos afirmou: "Estamos vendo indicadores de que o acesso ao LinkedIn está sendo restabelecido na China. Continuaremos a monitorar a situação".

Na quinta-feira, internautas da China não conseguiam visitar o site da rede social. Embora não esteja claro se o site foi bloqueado pela censura do governo, a interrupção no acesso se seguiu a detenções na China, depois que um site internacional chinês, o Boxun, espalhou um chamado para manifestações para protestar contra o Partido Comunista Chinês.

O LinkedIn, com sua base de usuários relativamente pequena composta por profissionais adultos, estava acessível pelo serviço de Internet local da China, diferente do Facebook e outras redes sociais com um número de usuários muito maior. Recentemente, a rede de contatos profissionais ultrapassou a marca de 1 milhão de usuários na China.

O LinkedIn está se planejando para uma oferta pública inicial de ações nos Estados Unidos, com a qual pretende levantar até 175 milhões de dólares.

(Reportagem de

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