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Da Redação
Publicado em 3 de julho de 2015 às 16h36.
Última atualização em 13 de setembro de 2016 às 15h00.
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São Paulo - Sete cientistas brasileiras receberam nesta semana o prêmio "Para Mulheres na Ciência". Oferecida pela Unesco, L’Oreal e a Academia Brasileira de Ciências, a premiação está em sua nona edição e paga às pesquisadoras premiadas bolsas-auxílio no valor de 20 mil dólares.
Ao todo, 300 trabalhos foram inscritos na edição 2014 do prêmio. Entre os estados com cientistas premiadas estão Ceará, Goiás, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo. Confira os nomes e trabalhos escolhidos.
2/7 (Divulgação/LOreal)
Ana Shirley Ferreira da Silva é professora do Departamento de Matemática da Universidade Federal do Ceará (UFC).
Ela é autora do enigmático estudo “A Conjectura de Erdos-Faber-Lovász e a b-coloração de grafos com cintura alta”. O trabalho aplica a ideia dos grafos (estruturas baseadas na relação entre pontos que podem ser usadas para modelar de mapas de estradas a sistemas de empacotamento) para tentar resolver a conjectura de Erdos-Faber-Lovász, problem matemático ainda sem solução.
3/7 (Divulgação/LOreal)
Carolina Horta Andrade é professora adjunta da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal de Goiás (UFG).
Ela foi premiada pelo estudo “Planejamento e identificação de novos candidatos a fármacos e metalofármacos multialvo para Leishmaniose utilizando estratégias integradas em Química”.
Basicamente, o trabalho é focado na busca de medicamentos mais eficazes e mais baratos para combater a Leishmaniose, doença causada por protozoários que pode deixar sequelas graves.
4/7 (Divulgação/LOreal)
Manuella Pinto Kaster é professora do Departamento de Bioquímica da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Ela foi premiada pelo estudo “Marcadores moleculares e bioquímicos em saúde mental”. Nele, a cientista explica como pequenas regiões do DNA, hormônios e outras substâncias presentes em nosso corpo podem funcionar como indicadores de depressão.
5/7 (Divulgação/LOreal)
Maria Carolina de Oliveira Rodrigues é professora da Faculdade de Medicina da USP em Ribeirão Preto.
A médica assinou o estudo “Pesquisa de Anticorpos Anti-HLA em Pacientes com Diabetes do Tipo 1 Tratados com Células Mesenquimais”.
No trabalho, ela investiga a produção, por pacientes diabéticos, de anticorpos contra as células mesenquimais. Encontrado principalmente na medula óssea, esse tipo de célula atua na regenração de tecidos e órgãos lesados. O estudo também aborda a capacidade de produzir anticorpos em pacientes que fizeram transplante de medula óssea e se encontram com sistema imunológico deprimido.
6/7 (Divulgação/LOreal)
Patrícia de Souza Brocardo é professora adjunta do Departamento de Ciências Morfológicas da UFSC.
Ela foi premiada pelo estudo “Efeitos do consumo de álcool durante a gestação na neuroplasticidade hipocampal adulta”. O texto se baseia em pesquisas recentes, que apontam que a atividade física aumenta o nascimento de novos neurônios em cérebros adultos. Em seu trabalho, Patrícia tenta entender como se dá esse processo em pessoas que tiveram o desenvolvimento do sistema nervoso afetado pelo consumo de álcool por suas mães durante a gravidez.
7/7 (Reprodução/Twitter)
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