Negócios

Vale espera que presidente eleito entenda o valor da relação Brasil-China

"Disputas não trazem benefício. Se não é bom para ninguém, não é bom para a Vale", disse o CEO da empresa

Fabio Schvartsman: a China, maior importadora global de minério de ferro, é a principal cliente da Vale, líder na produção mundial da commodity (Nacho Doce/Reuters)

Fabio Schvartsman: a China, maior importadora global de minério de ferro, é a principal cliente da Vale, líder na produção mundial da commodity (Nacho Doce/Reuters)

R

Reuters

Publicado em 16 de outubro de 2018 às 11h39.

Última atualização em 16 de outubro de 2018 às 11h42.

Priorizar nos meus resultados Google

Rio de Janeiro - O presidente da Vale, Fabio Schvartsman, afirmou nesta terça-feira ter expectativa de que o próximo presidente eleito entenda a importância da relação comercial entre Brasil e China, ao ser questionado por jornalistas sobre declarações do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, desfavoráveis a investimentos chineses no país.

O executivo disse ainda que a preocupação com as declarações do líder nas pesquisas de intenção de voto, especificamente para a Vale, "é muito pequena, tendo em vista a nossa mútua dependência China e Vale, no que tange a matéria-prima".

"Eu tenho a expectativa, na medida em que o tempo passe e ele se aprofunde no tema, que isso ganhe relevância e a questão se encaminhe melhor", disse o executivo, após participar do evento FT Commodities, no Rio de Janeiro. "Disputas não trazem benefício. Se não é bom para ninguém, não é bom para a Vale."

A China, maior importadora global de minério de ferro, é a principal cliente da Vale, líder na produção mundial da commodity.

Acompanhe tudo sobre:ValeChinaFabio Schvartsman

Mais de Negócios

Fim de uma era: montanha-russa mais famosa do Beto Carrero chega ao fim neste domingo após 32 anos

TekPix: o que aconteceu com a câmera que faturava milhões por dia e sumiu do mapa

Do Maranhão a R$ 1,5 bilhão: aos 29, ela assumiu a rede de óticas da família e comanda 1.000 lojas

Aos 7 anos, vigiava carros para comprar um Kichute. Hoje, sua rede de academias fatura R$ 48 milhões