Negócios

SoftBank negocia compra de fatia na Brightstar

Segundo a mídia, acordo poderia valer mais de US$1 bilhão e que reforçaria o poder de negociação do grupo japonês com fornecedores de hardware


	SoftBank: um dos principais benefícios da aquisição anterior da operadora de telefonia móvel dos EUA Sprint é o fortalecimento da posição do grupo com fabricantes de celulares
 (REUTERS/Issei Kato)

SoftBank: um dos principais benefícios da aquisição anterior da operadora de telefonia móvel dos EUA Sprint é o fortalecimento da posição do grupo com fabricantes de celulares (REUTERS/Issei Kato)

DR

Da Redação

Publicado em 16 de outubro de 2013 às 10h56.

Tóquio - O SoftBank negocia a comprar de fatia do distribuidor norte-americano de dispositivos wireless Brightstar, num acordo que segundo a mídia poderia valer mais de 1 bilhão de dólares e que reforçaria o poder de negociação do grupo japonês com fornecedores de hardware.

O bilionário fundador da empresa, Masayoshi Son, disse que um dos principais benefícios da aquisição anterior da operadora de telefonia móvel dos EUA Sprint é o fortalecimento da posição do grupo com fabricantes de celulares, uma indústria dominada mundialmente pela Samsung e pela Apple.

O jornal de negócios Nikkei relatou que o grupo japonês de telecomunicação e tecnologia estava perto dom fim da negociação para adquirir uma fatia de até 70 na Brightstar, numa transação que valeria mais de 100 bilhões de ienes (1 bilhão de dólares).

O SoftBank disse em um comunicado: "Estamos em negociações, mas no momento não tomamos qualquer decisão." As negociações marcam um impulso renovado de aquisição do SoftBank após a conclusão da compra da Sprint em julho por 21,6 bilhões de dólares.

De acordo com o website da Brightstar, a empresa compra dispositivos de mais de 100 fabricantes incluindo a Samsung, Apple, LG e Sony, fornecendo produtos para operadoras em mercados do mundo todo.

Acompanhe tudo sobre:Empresas japonesasacordos-empresariaisTecnologias sem fioSoftBank

Mais de Negócios

A história do restaurante carioca que chegou aos EUA e deve crescer até 40% com a Copa do Mundo

A cada gol do Brasil na Copa, este bar de São Paulo dá um shot grátis — e espera faturar 10% a mais

O restaurante que quer fazer o cliente ficar 4 horas na mesa — e fatura R$ 170 milhões

A empresa mais antiga do Brasil tem escala 4x3 e já vê resultado: ‘Somos uma startup de 192 anos’