Negócios

PagSeguro compra controle de fintech Biva, diz fonte

Fintech é voltada a empréstimos para pessoas físicas e microempresas e foi adquirida por mais de 11 milhões de reais

PagSeguro: operação realizada em outubro garantiu ao UOL 50,5 por cento da Biva (PagSeguro/Reprodução)

PagSeguro: operação realizada em outubro garantiu ao UOL 50,5 por cento da Biva (PagSeguro/Reprodução)

R

Reuters

Publicado em 20 de dezembro de 2017 às 18h14.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - A PagSeguro, empresa de meios de pagamento do grupo de Internet Universo Online (UOL), adquiriu o controle da fintech Biva, voltada a empréstimos para pessoas físicas e microempresas, por mais de 11 milhões de reais, disse uma fonte com conhecimento do assunto à Reuters.

A operação realizada em outubro garantiu ao UOL 50,5 por cento da Biva, informou a fonte.

Representantes da PagSeguro e da Biva não se manifestaram sobre o assunto.

De acordo com documento obtido pela Reuters, com data de novembro, a fintech recebeu um aporte de 7,9 milhões de reais em seu capital e Ricardo Dutra e Eduardo Alcaro, respectivamente presidente-executivo e diretor financeiro do UOL, assumiram lugares na diretoria da empresa.

Biva foi fundada em maio de 2015 e afirma já ter concedido 35 milhões de reais em empréstimos e ter mais de 10 mil investidores cadastrados. Em entrevista à Reuters em abril, o presidente-executivo da companhia afirmou que uma oferta pública inicial de ações (IPO) estava nos planos da Biva para os próximos anos.

No início do mês, duas fontes afirmaram à Reuters que a PagSeguro, que compete com empresas como Cielo e Redecard, avaliava fazer um IPO em Nova York no primeiro trimestre de 2018, no que pode marcar a primeira operação do tipo de uma fintech brasileira.

Acompanhe tudo sobre:meios-de-pagamentoUOLFintechs

Mais de Negócios

Léo Santana, Lore Improta e Andréa Vermont: a aposta milionária que une TikTok e saúde mental

Insider abre primeira loja física e já prepara a próxima para crescer além dos R$ 500 milhões

Ele assumiu a empresa do pai afundada em dívidas. Hoje, fatura R$ 273 milhões e está na bolsa

Ele transformou o bar dos avós num negócio que já vendeu 35 milhões de pastéis e mira R$ 90 milhões