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Odebrecht confirma interesse por aeroportos

A companhia tem um grande interesse pelas concessões de aeroportos anunciadas pelo governo esta semana e está preparada para definir as melhores oportunidades

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O caminho natural para participar do setor é formar parcerias com grupos estrangeiros que tenham experiência na gestão de aeroportos   (Divulgação/Odebrecht)

O caminho natural para participar do setor é formar parcerias com grupos estrangeiros que tenham experiência na gestão de aeroportos (Divulgação/Odebrecht)

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Alexandre Rodrigues

Publicado em 28 de abril de 2011 às, 19h43.

Rio - O diretor de investimentos da Odebrecht, Felipe Jens, confirmou que a companhia tem um grande interesse pelas concessões de aeroportos anunciadas pelo governo esta semana e está preparada para definir as melhores oportunidades.

Segundo Jens, o caminho natural para participar do setor é formar parcerias com grupos estrangeiros que tenham experiência na gestão de aeroportos, que nunca foram concedidos à iniciativa privada no Brasil. Seria uma reprodução do modelo adotado para as duas arenas que a empresa está construindo para a Copa de 2014 em regime de parceria Público-Privada (PPP): a Odebrecht tem sócios estrangeiros com experiência no setor nos estádios de Pernambuco e da Bahia (Fonte Nova). No entanto, ele também não descartou associações com grupos nacionais.

"Não temos hoje nada definido, existem muitas ideias de parcerias, até com, eventualmente, outras operadoras internacionais. Há parceiros locais que poderiam coinvestir conosco também, mas isso é absolutamente ainda no campo das ideias. O que tem de concreto é que vamos participar e temos uma intenção grande porque esse é um setor em que a gente se posicionou para participar muito antes que isso (o anúncio das concessões) acontecesse", afirmou Jens.

Ele lembrou que a Odebrecht criou no ano passado uma empresa de concessões em infraestrutura voltada para quatro setores principais: rodovias, portos e logística, mobilidade e aeroportos. A empresa tem no portfólio rodovias como a Dom Pedro (SP) e a Linha 4 do metrô de São Paulo. Sobre a área de aeroportos, ele disse que técnicos estudam oportunidades no setor "há anos" e agora poderão começar a direcionar as decisões da companhia no setor.

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