Negócios

Nokia revê divisão de saúde digital e corta empregos

Com mercado de telecomunicações difícil, a empresa procura oportunidades de crescimento e corta empregos com plano global de economia de custos

Nokia: a companhia disse em declaração que a revisão "pode ​​ou não resultar em qualquer transação ou outras mudanças" (Ints Kalnins/Reuters)

Nokia: a companhia disse em declaração que a revisão "pode ​​ou não resultar em qualquer transação ou outras mudanças" (Ints Kalnins/Reuters)

R

Reuters

Publicado em 15 de fevereiro de 2018 às 18h29.

Helsinque - A fabricante finlandesa de equipamentos de rede Nokia iniciou uma revisão estratégica da área de saúde digital e anunciou mais de 400 cortes de empregos em seu país de origem.

A divisão de saúde digital, parte da unidade da Nokia Technologies, é uma das áreas em que a empresa estava procurando oportunidades de crescimento em meio a um mercado difícil para redes de telecomunicações, seu principal negócio.

A companhia disse em declaração que a revisão "pode ​​ou não resultar em qualquer transação ou outras mudanças".

A empresa finlandesa disse que seu negócio de patentes, parcerias de marca e unidades de licenciamento de tecnologia não estão no alvo da revisão.

Em 2016, a Nokia comprou a francesa Withings, que fabrica rastreadores de atividades e termômetros, por 170 milhões de euros (cerca de 212,3 milhões de dólares) como movimento inicial no mercado da saúde. Mas a empresa registrou uma baixa contábil de 141 milhões de euros relacionada à divisão no terceiro trimestre de 2017.

A empresa também disse que vai cortar até 425 empregos este ano na Finlândia.

As reduções fazem parte de um plano global de economia de custos de 1,2 bilhão de euros (cerca de 1,3 bilhão de dólares), que foi anunciado após a aquisição da rival franco-americana Alcatel-Lucent em 2016.

 

Acompanhe tudo sobre:EmpresasTelecomunicaçõesSaúdeNokia

Mais de Negócios

21 franquias baratas a partir de R$ 10 mil para ter o seu próprio negócio

A história dos irmãos por trás de uma plataforma de R$ 100 bilhões

OP, Bad Boy e Fico: o que aconteceu com as marcas que todo jovem queria usar nos anos 80 e 90

Os 4 indicadores que toda empresa precisa acompanhar, segundo CEO de 800 franquias