Negócios

Nippon Steel prevê queda de 89% no lucro do 1o semestre

Companhia espera queda maior que a retração que o mercado estima

A siderúrgica, que se tornou a segunda maior do mundo após a união com a Sumitomo Metal Industries, espera um lucro antes de impostos e itens extraordinários de US$ 127,18 milhões (Jiji Press/AFP)

A siderúrgica, que se tornou a segunda maior do mundo após a união com a Sumitomo Metal Industries, espera um lucro antes de impostos e itens extraordinários de US$ 127,18 milhões (Jiji Press/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 30 de julho de 2012 às 12h07.

Priorizar nos meus resultados Google

Tóquio - A Nippon Steel, maior fabricante de aço do Japão, prevê uma queda de 89 por cento no lucro do primeiro semestre, maior que a retração que o mercado estimava, tendo em vista que a fraca economia mundial prejudica a demanda do metal usado nas indústrias de automóveis e construção.

A siderúrgica, que se tornou a segunda maior do mundo após a união em outubro com a Sumitomo Metal Industries, espera um lucro antes de impostos e itens extraordinários de 10 bilhões de ienes (127,18 milhões de dólares) para os seis meses até 30 de setembro, queda ante os 94,2 bilhões de ienes de um ano antes.

O mercado esperava 52,7 bilhões de ienes, de acordo com a Thomson Reuters I/B/E/S.

Siderúrgicas globais, como a líder mundial ArcelorMittal, estão sofrendo com a menor demanda causada pelo crise de dívida na Europa e menor ritmo de expansão na China, a maior consumidora mundial. A valorização do iene e a menor demanda no Japão também prejudicaram as siderúgicas do país.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasSiderurgiaEmpresas japonesasLucroIndústriaBalançosNippon Steel

Mais de Negócios

Serendipidade estratégica: como construir uma rede capaz de gerar novas oportunidades

Cimed chega a Portugal com Flavy, a versão europeia de Carmed, e projeta faturar R$ 6 milhões

Aos 49 anos, empresa de tecnologia compra plataforma de IA e pavimenta caminho para o R$ 1 bilhão

Com mais de 30 aberturas, rede de comida havaiana acelera expansão no Brasil rumo aos R$ 65 milhões