Negócios

Não há sobreviventes em acidente da Gol

Aeronave, que levava 155 pessoas, caiu em região de mata fechada em Mato Grosso

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h39.

A Gol divulgou neste domingo (1/10) que não há sobreviventes do acidente com o Boeing 737-800, que caiu na última sexta-feira (29/9) em Mato Grosso. Em nota à imprensa, o presidente da companhia,  Constantino de Oliveira Junior, afirma que "a prioridade da GOL é prestar toda a assistência necessária às famílias das vítimas deste trágico acidente". Isso inclui hospedagem; transporte, alimentação, custeio dos funerais, assistência médica, psicológica e religiosa.

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) o trabalho de remoção dos corpos deve levar cerca de uma semana. "O resgate pode demorar pelas condições no local. As perspectivas de sobreviventes são, cada vez, mais raras à medida que o tempo passa. A gente, evidentemente, nunca perde a esperança, mas vai se tornando muito difícil encontrar um sobrevivente", afirma o presidente da Anac, Milton Zuanazzi.

O avião que fazia o vôo 1907 transportava 149 passageiros e seis tripulantes. Ele saiu de Manaus com destino ao Rio de Janeiro, e deveria fazer uma escala em Brasília. Por volta das 17 horas da última sexta-feira, a aeronave perdeu contato com a torre de comando, após se chocar com um jato executivo Legacy, fabricado pela Embraer.

As equipes de resgate da Força Aérea Brasileira chegaram ao local cerca de 20 horas após o horário estimado da queda. Os destroços do avião foram encontrados por volta das 9h00 de ontem (31/09), em uma região de mata fechada, a 200 quilômetros do município de Peixoto de Azevedo, em Mato Grosso.

Com informações da Agência Brasil.

Acompanhe tudo sobre:[]

Mais de Negócios

Do TikTok ao faturamento de US$ 15.000: australiana investe US$ 350 para criar produto próprio

O canal oculto que multiplicou por 10 o faturamento dessas redes de fast-food

'Capital das startups' no Brasil dispara em ranking e entra no top 250 global

A escolha que define se uma franquia recém-criada vai sobreviver