Negócios

J&F deve anunciar ainda hoje compra do controle da Delta

Construtora é investigada por manter ligações com contraventor Carlinhos Cachoeira

Construção da Lâmina Central do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, da Delta Construção (Reprodução)

Construção da Lâmina Central do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, da Delta Construção (Reprodução)

Daniela Barbosa

Daniela Barbosa

Publicado em 9 de maio de 2012 às 10h32.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - A holding J&F, que controla o grupo JBS, vai anunciar, nesta quarta-feira, a compra do controle da construtora Delta - empresa que é investigada por manter ligações com contraventor Carlinhos Cachoeira.

"O anúncio pode ser feito a qualquer momento desta quarta-feira", informou a EXAME.com uma fonte ligada à companhia. Desde ontem, rumores de que o negócio poderia vingar começaram a circular no mercado.

De acorco com o blog Primeiro Lugar On-line, do jornalista Marcelo Onaga, a Delta, responsável pela reforma do estádio do Maracanã para a Copa do Mundo no Brasil, chegou a atrair propostas em torno de 1 bilhão de reais de outras grandes empreiteiras.

Há duas semanas, Fernando Cavendish, dono da  construtora Delta abriu mão da presidência do conselho de administração da própria companhia.

A administração da Delta determinou que uma ampla auditoria fosse realizada na companhia para averiguar todas as ações realizadas pela diretoria da construtora.

Na ocasião, a companhia chegou a afirmar que o objetivo era verificar, com base nos dados imediatamente disponíveis à empresa, em que extensão essas ações foram executadas, burlando os procedimentos de controle praticados na empresa.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasEmpresas brasileirasJBSCarnes e derivadosFusões e AquisiçõesConstrutora Delta

Mais de Negócios

A marca de sorvetes que vende 13 milhões de picolés por ano e quer superar R$ 80 milhões com a Cimed

Rede que mira R$ 246 milhões leva fliperamas ao cinema e testa novo negócio em São Paulo

Cimed investe R$ 80 milhões para levar cosméticos coreanos às farmácias brasileiras

Ele superou dívida milionária e lidera a maior escola de oratória do Brasil, que mira R$ 220 milhões