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Hidrelétrica de Belo Monte é autorizada a iniciar operação de nova turbina

Empreendimento levará a usina ao posto de uma das maiores do país, com 15 máquinas em operação, de um total de 24

Xingu: empreendimento no rio Xingu passará a operar com cerca de 5,7 gigawatts em capacidade (Lalo de Almeida/Folha de S.Paulo)

Xingu: empreendimento no rio Xingu passará a operar com cerca de 5,7 gigawatts em capacidade (Lalo de Almeida/Folha de S.Paulo)

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Reuters

Publicado em 13 de junho de 2018 às 11h07.

Última atualização em 13 de junho de 2018 às 11h11.

São Paulo - A hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, recebeu autorização para iniciar a operação em regime comercial de uma nova unidade geradora, o que levará a usina a um total de 15 máquinas em operação, de um total de 24.

Segundo despacho da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no Diário Oficial da União desta quarta-feira, a unidade geradora com aval para operação soma 611,1 megawatts em capacidade.

Com isso, o empreendimento no rio Xingu passará a operar com cerca de 5,7 gigawatts em capacidade, o que já a coloca entre as maiores do Brasil.

Quando concluída, o que é previsto para 2019, a usina de Belo Monte será uma das maiores do mundo, com 11,2 gigawatts. No Brasil, ela ficará atrás apenas da binacional Itaipu, em parceria com o Paraguai, que soma 14 gigawatts.

Orçada em mais de 35 bilhões de reais, Belo Monte tem como principais sócios a estatal Eletrobras, as elétricas Cemig, Light e Neoenergia, a mineradora Vale e fundos de pensão.

 

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