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Greve pode afetar abastecimento de combustível, diz Sindicom

A previsão é do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes


	Posto da Petrobras: "Agora, a greve está afetando a produção nas refinarias e podemos ter problemas em meados na semana que vem"
 (Dado Galdieri/Bloomberg)

Posto da Petrobras: "Agora, a greve está afetando a produção nas refinarias e podemos ter problemas em meados na semana que vem" (Dado Galdieri/Bloomberg)

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Da Redação

Publicado em 5 de novembro de 2015 às 12h12.

Rio de Janeiro - Problemas mais graves de abastecimento de combustíveis como consequência da greve dos petroleiros da Petrobras, iniciada na quinta-feira passada, 29, deverão ser sentidos nos postos de gasolina apenas em meados da próxima semana.

A previsão é do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom).

Nesta quarta-feira, 4, no fim do dia, a entidade fez um levantamento com as empresas associadas e não verificou "nenhum impacto perceptível", informou o diretor de Abastecimento, Luciano Libório.

"Não temos preocupações para hoje, amanhã e sábado. Agora, a greve está afetando a produção nas refinarias e podemos ter problemas em meados na semana que vem", disse Libório ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado.

O sistema de distribuição de gasolina, diesel e outros combustíveis fica de certa forma imune a ações grevistas porque a maior parte do transporte dos produtos para as distribuidoras é feito por dutos, segundo Libório.

Somente algumas poucas refinarias e produtos têm de ser abastecidos diretamente.

Dessa forma, o Sindicom detectou problemas "pontuais" no interior da Bahia, onde o abastecimento é feito diretamente, e no Paraná, com diesel marítimo. "Mas é uma operação pequena", disse Libório.

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