Negócios

Gradiente vai reaver R$ 100 milhões da Suframa

STF votou por unanimidade a favor da companhia de eletroeletrônicos; caso vai passar agora pelo STJ

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

Daniela Barbosa

Daniela Barbosa

Publicado em 1 de julho de 2011 às 08h18.

Priorizar nos meus resultados Google

Normal
0

21

false
false
false

PT-BR
X-NONE
X-NONE

/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:"Tabela normal";
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-priority:99;
mso-style-parent:"";
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:10.0pt;
font-family:"Calibri","sans-serif";
mso-bidi-font-family:"Times New Roman";}

São Paulo - O Supremo Tribunal Federal (STF) votou, nesta quinta-feira (30/6) a favor da Gradiente no processo contra a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa). O valor que a empresa irá reaver gira em torno de 100 milhões de reais, sem correções.

Segundo o advogado que defende os interesses da Gradiente no caso, Raymundo Nonato Botelho de Noronha, o processo vai passar agora pelo Supremo Tribunal da Justiça (STJ) e retornar para os tribunais de Manaus.

"Ganhamos a causa, mas ainda há algumas etapas a serem cumpridas até a Gradiente conseguir reaver  o valor. Mas agora será mais rápido", disse Noronha a EXAME.com. Ele, no entanto, não cravou uma data para que ele o processo chegue ao fim. "É impossível saber".

O montante que será devolvido à companhia de eletroeletrônicos refere-se a pagamento de taxas indevidas durante o período de 1991 a 1999. A votação foi unanime no STF e chegou-se a conclusão que a Suframa exerceu papel de "polícia" na cobrança dos tributos, postura essa que o órgão que não poderia exercer.

"As taxas cobradas pela Suframa durante oito anos não eram legais, por isso não teve o que se discutir. A Suframa tentou ao máximo adiar essa votação, pois sabia que perderia a ação", afirmou Noronha. Segundo ele, não cabe à Suframa qualquer pedido para reverter a situação. "As partes podem, no entanto, entrar em um acordo", disse.

O processo contra a Suframa corre na Justiça desde 2007. No mês passado, o julgamento foi adiado por um equívoco no relatório apresentado pela Ministra Cármen Lúcia, responsável pelo caso. O valor esperado pela Gradiente era de cerca de 300 milhões de reais.

De qualquer maneira, o montante vem em um momento oportuno, no qual a companhia está se preparando para voltar a operar no mercado de eletroeletrônicos.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasIndústrias em geralIndústriaSupremo Tribunal Federal (STF)setor-eletroeletronicoProcessos judiciaisGradiente

Mais de Negócios

Inovação de SC que já movimentou R$ 804 mil alia boa mesa e conta menor

Um dos principais escritórios de investimento do Nordeste escolhe BTG Pactual para seguir expansão

Seu próximo talento pode estar fora da sua bolha

Com 230 lojas, rede de cafeterias muda estratégia de expansão para chegar aos R$ 115 milhões