Negócios

Fusão de cervejarias: CBCA e Startup Brewing querem faturar R$ 70 mi em 2022

Projeto prevê investimento de R$ 7 milhões nos próximos três anos

Gustavo Barreira, CEO da CBCA (Divulgação/Divulgação)

Gustavo Barreira, CEO da CBCA (Divulgação/Divulgação)

Isabela Rovaroto

Isabela Rovaroto

Publicado em 15 de junho de 2022 às 17h20.

A Companhia Brasileira de Cerveja Artesanal (CBCA) e Startup Brewing assinaram nesta semana um acordo de fusão entre as duas cervejarias. A expectativa é dobrar a capacidade produtiva e faturar R$ 70 milhões em 2022.

Assine a EMPREENDA e receba, gratuitamente, uma série de conteúdos que vão te ajudar a impulsionar o seu negócio

A CBCA passa a ter três fábricas, uma em Pomerode, Santa Catarina, e duas no interior de São Paulo: Piracicaba e agora Itupeva. Juntas, as três unidades produtivas da CBCA somam capacidade de quase 500 mil litros mensais. Além disso, a cervejaria conta com centros de distribuição em São Paulo e Tijucas, Santa Catarina.

Com cerca de 800 investidores, o projeto prevê investimento de R$ 7 milhões nos próximos três anos, o que elevará a produção para 800 mil litros mensais. Para 2024, a cervejaria espera dobrar o faturamento, seguindo o ritmo de crescimento de 70% ao ano desde 2016.

“São Paulo tem um potencial enorme e, por isso, estamos reforçando nossa distribuição no estado, criando um corredor logístico que liga o oeste paulista à região de Campinas, capital e litoral. A Startup Brewing é a parceira ideal para fortalecer essa estratégia”, diz Gustavo Barreira, CEO da CBCA.

A CBCA foi criada em 2019 a partir da fusão de duas das principais microcervejarias brasileiras: a Leuven, de Piracicaba, no interior paulista, e a Schornstein, de Pomerode, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina.

VEJA TAMBÉM:

Luiza Trajano deixa lista de bilionários da Forbes

Conheça a história da Ricardo Eletro — e os motivos para o pedido de falência

Meta oferece treinamentos gratuitos para impulsionar empreendedores LGBTQIA+

Acompanhe tudo sobre:CervejasFusões e Aquisições

Mais de Negócios

A malharia gaúcha que está produzindo 1.000 cobertores por semana — todos para doar

Com novas taxas nos EUA e na mira da União Europeia, montadoras chinesas apostam no Brasil

De funcionária fabril, ela construiu um império de US$ 7,1 bilhões com telas de celular para a Apple

Os motivos que levaram a Polishop a pedir recuperação judicial com dívidas de R$ 352 milhões

Mais na Exame