Negócios

Ford diz que está preparada para abismo fiscal

A fabricante de veículos norte-americana está preparada para qualquer resultado, afirmou o presidente da empresa Bill Ford Jr.


	Ford: a expansão lenta dos EUA e a incerteza na Europa garantirão que a Ásia permaneça como o maior impulsionador do crescimento da empresa

Ford: a expansão lenta dos EUA e a incerteza na Europa garantirão que a Ásia permaneça como o maior impulsionador do crescimento da empresa

DR

Da Redação

Publicado em 29 de novembro de 2012 às 08h17.

Priorizar nos meus resultados Google

Bangcoc - O presidente executivo da Ford Motor, Bill Ford Jr., está confiante de que o governo do presidente Barack Obama poderá alcançar um acordo de redução do déficit com o Congresso e evitar o chamado "abismo fiscal" nos EUA. No entanto, a fabricante de veículos norte-americana está preparada para qualquer resultado, disse Ford Jr.

A Ford tem tomado mais cuidado desde a recente reestruturação para equalizar a produção com a demanda real, disse o executivo a repórteres em Bangcoc, na Tailândia. "Nós estamos sempre lidando com planejamento de cenários", afirmou.

Por outro lado, ele está "esperançoso" de que os legisladores evitarão automáticos cortes nos gastos e aumentos de impostos, que poderão dificultar ainda mais o anêmico crescimento dos EUA.

De qualquer maneira, a expansão lenta dos EUA e a incerteza na Europa garantirão que a Ásia permaneça como o maior impulsionador do crescimento da Ford. "A região é onde as coisas estão acontecendo e isso continuará sendo a verdade no futuro". As informações são da Dow Jones.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas americanasPaíses ricosEstados Unidos (EUA)MontadorasFordabismo-fiscal

Mais de Negócios

Plano de saúde já é um dos maiores custos da folha de pagamento de empresas

Ela não encontrou cadeiras bonitas para a festa do filho — e criou um negócio de US$ 295 mil

O ex-executivo de Flamengo e Vasco que fará R$ 100 milhões conectando atletas e marcas

Maior varejista de Santa Catarina começou com um balcão e um funcionário — hoje fatura R$ 18 bilhões